Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu ainda não acredito que ainda não falei desse anime aqui no blog. Um anime tão comentado na blogosfera que só aumentou o hype quando a netflix o incluiu no catálogo.
Eu assisti depois de uma amiga minha está toda apaixonadinha pelo protagonista, Legoshi. Decidi ver que Lobinho arrasa corações era esse e olha, estou apaixonada também (já o inclui no meu harém fictício).
O anime está em sua primeira temporada e tem 12 episódios e está disponível na Netflix. O anime começa rodeado de mistério depois que um aluno é brutalmente assassinado nas dependências da Escola Cherryton. O que eu acho engraçado é que passa uma temporada inteira e não desenvolvem esse mistério do assassinato do herbívoro, focando no romance proibido do Legoshi com a Haru.
Mas calma, talvez eu tenha colocado a carroça na frente dos bois. E agora vou te dizer porque esse anime foi tão comentado.
Ele é um anime de animais antropomorfizados, ou seja, todos os personagens são animais que agem como seres humanos agiriam, numa sociedade onde convivem carnívoros com herbívoros, de forma civilizada e respeitando. Então digo que costumes antigos, de animais sem consciência não são bem vistos (e varias situações são colocadas nesse desenho sobre essas situações - como mostram um mercado negro de carne para carnívoros que desejam voltar "a origens").
O romance proibido é entre a Haru, uma coelha branca pequena e Legoshi, um grande lobo cinza. Mesmo que eles queiram ficar juntos, não é bem visto na sociedade um casal interracial, ainda mais um carnívoro com uma herbívora.
O anime tenta focar mais na vida e cotidiano do Legoshi, que é um cara bem centrado no dele, sem muitos amigos e nem de se expressar muito. E como ele muda ao conhecer Haru - e seu dilema de esconder um segredo.
Em todo caso, o anime é bem legal de se assistir. Mas parece esquecer todo o plot apresentado no primeiro episódio, o crime não solucionado. O assassino que ainda esta solto e porque os instintos do Legoshi foram despertados. O anime só faz menção de resgate desse plot nos últimos minutos do último episodio da temporada...
Os personagens são bem construídos é a história parece tudo que queríamos ver se Zootopia fosse mais maduro. Sim, eu me lembrei muito do Nick e Jude nesse anime e não pude parar de pensar que seria um Zootopia se não fosse da Disney.



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