Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
É tão estranho como o anime se foca tanto no sentimentos da protagonista e caga em explicar outros fatos. Ele tem um background de uma historia de fantasia, porem é só isso.
Não se adentra muito e pouco explica deste mundo, o que resta é criar teorias. Senti falta de desenvolvimento do mundo fantástico e rico que nos apresenta e de descobrimos mais do Elias e outros personagens. Como vimos a história pela ótica da Chise e ela não tem a sede pelo conhecimento de descobrir o mundo que ela está inserida e a pessoa que divide a vida com ela. Falta fogo por conhecimento da Chise, ela aceita tudo de uma boa (e as vezes da raiva pq você no lugar dela quer perguntar e perguntar).
Outra coisa que me chamou atenção é que a segunda abertura do anime NÃO revela nada. Nada mesmo. A maioria dos animes que assistimos, a abertura e encerramento até revelam spoiler daquela temporada, mas essa não. Ela foi montada com cenas que já aconteceram. Você fica perdido sem saber o que vai acontecer dali pra frente (e sem muita expectativa).
Ainda não terminei esse anime, então fica minha reclamação sobre a primeira parte de The Ancient Magus Bride, ele tem um universo rico, parece ter uma história muito boa e com detalhes que parece, ao meu ver, que a primeira parte só arranha sua superfície.
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