Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
É tão estranho como o anime se foca tanto no sentimentos da protagonista e caga em explicar outros fatos. Ele tem um background de uma historia de fantasia, porem é só isso.
Não se adentra muito e pouco explica deste mundo, o que resta é criar teorias. Senti falta de desenvolvimento do mundo fantástico e rico que nos apresenta e de descobrimos mais do Elias e outros personagens. Como vimos a história pela ótica da Chise e ela não tem a sede pelo conhecimento de descobrir o mundo que ela está inserida e a pessoa que divide a vida com ela. Falta fogo por conhecimento da Chise, ela aceita tudo de uma boa (e as vezes da raiva pq você no lugar dela quer perguntar e perguntar).
Outra coisa que me chamou atenção é que a segunda abertura do anime NÃO revela nada. Nada mesmo. A maioria dos animes que assistimos, a abertura e encerramento até revelam spoiler daquela temporada, mas essa não. Ela foi montada com cenas que já aconteceram. Você fica perdido sem saber o que vai acontecer dali pra frente (e sem muita expectativa).
Ainda não terminei esse anime, então fica minha reclamação sobre a primeira parte de The Ancient Magus Bride, ele tem um universo rico, parece ter uma história muito boa e com detalhes que parece, ao meu ver, que a primeira parte só arranha sua superfície.
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