Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Foi minha primeira experiência com uma fantasia cristã, não sabia o que esperar do livro e nunca achei que seria um livro que me faria pensar e refletir. É um livro que nos faz analisar nossa relação com Jesus. Colocamos em cheque a fé que temos, observando a Gabriela e a Maria. Será que somos, em nosso cotidiano, mais Maria ou mais Gabriela em nossa relação com Deus? Gabriela é uma criança, em sua inocência, tem uma fé enorme e inabalável ao Príncipe da história, que nos remete a Jesus Cristo. Ela aceita seu chamado de bom grato. Já a Maria, a mãe de Gabriela, tem sua fé questionável, depois de passar por tantas provações, ela já desconfia dos planos do Maior e questiona tudo. Para Maria, ela não se acha digna de amor e se vê maculada pelo pecado do passado, e não consegue se perdoar para se reunir com o Santíssimo novamente. Em um chamado de Deus, você iria a guerra por ele sem questionar? Essa também é um dos pontos de A Bailarina de Vidro, que fala muito do amor de Deus pelos ...