Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Preciso dizer que esse livro é um age gap, significando que tem uma lacuna, uma diferença de idade significativa para o casal protagonista. Esse termo enfatiza ainda que existe um espaço não preenchido entre uma pessoa e outra, pois estando em fases distintas da vida, suas experiências e nível de amadurecimento se distinguem. E isso acontece entre Maia e Adrian (ou Adriano, pros íntimos).
Confesso que não é meu primeiro contato com age gap, eu já li mangás com isso (inclusive, Yamaka-kun pode ser considerado um pequeno age gap). Porém, toda vez que leio uma diferença muito grande, acabo tendo um incomodo inicial.
O amor de Maia e Adrian, é um amor que nasce com muito carinho e respeito, que dura por um tempo, que não é apenas "fogo" de uma adolescente. Eu achei tão fofo o fato dela também conversar com seu pai sobre estar apaixonada. Eu tenho uma relação de amizade muito grande com meu pai, e me coloquei na situação dela facilmente. É difícil essas conversas, mas são sinais que confiamos demais no outro para que possamos nos abrir assim e a relação dela com o pai é linda. Eu me vi ali com meu paizinho.
Ter uma vida viajando com a banda é uma aventura, e imagino que para uma adolescente na idade dela, é o sonho de vida. Eu mesma, na minha época emo adolescente, ia adorar viajar e ver todos os shows de NX Zero, por exemplo. Imagina eu e Di, (aaaah, um sonho).
Eu senti falta de mais páginas quando terminei - queria mais de Maia e Adrian, principalmente ver mais de como esse amor vai evoluir, vai superar as dificuldades e tudo que a sociedade inventa para atrapalhar e julgar.
O livro tem apenas 55 páginas, você literalmente devora esse conto! É ótimo para relaxar e ler entre um livro mais denso e outro.
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