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W.I.T.C.H. || Revisitando os quadrinhos clássicos — Volume 01, Saga Meridian

 Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra.  Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

Crítica || Guardiões da Galáxia Volume 3

Nunca mais achei que ia ficar tão aflita vendo um filme de super herói como fiquei em Guardiões da Galáxia Vol. 03. Era a sensação que tudo podia acontecer, era um tom angustiante o filme todo - bem diferente ao que se espera de um filme desse grupo. 

Fui surpreendida. Eu não conseguia ficar quieta na poltrona do cinema. O filme me surpreendeu demais em mostrar um novo tom mais dramático a esse grupo tão desmantelado depois dos últimos acontecimentos. Tudo podia acontecer, e isso me deixou com uma sensação agridoce o filme inteiro. 

Fazia um tempo que realmente não mergulhei em um filme com alivio de que no final seria um final feliz. Todos os filmes da geração marvel, por exemplo, sabíamos que as coisas seriam consertadas no final e daria certo - mesmo por caminhos tortuosos, é sempre algo um pouco previsível. Esse filme foi diferente. O clima, a atmosfera, tudo dando meio errado contribuiu a ficar inquieta, torcendo para um final mais feliz para esse grupo que a gente passou a amar por vários filmes e aparições.  O diretor do filme consegue nos fazer ter uma conexão ainda maior com cada integrante e sofrer com a iminente perda deles a cada momento. O tom de filme mais dramático e angustiante contribui para a impressão mais humana do filme em que tudo poderia dá errado e acabar numa desolação. 

Eu simplesmente amei a experiência, chorei horrores e super recomendo esse filme. Ainda mais para quem não gostou das primeiras galhofas que era esse grupo no primeiro filme, ele trabalha ainda mais as personalidades e o background dos personagens - trazendo novas versões mais maduras e mostrando que os Guardiões tem mais potencial que apenas alivio cômico da Marvel. 


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