Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu gosto muito de quadrinhos de terror, gosto do traço do gore, da atmosfera pesada, da tensão que tem. Apesar de não ser fã de cinema de terror, os quadrinhos de terror são uma paixão a parte na minha vida.
E porque não ler um terror romântico? E com isso, li Alena. Ele tem traços dos dois gêneros, uma tragédia bem Shakespeareana, poderia dizer. A melhor amiga da Alena, Josefin, acaba se matando e deixa a Alena com uma culpa imensa sobre si. Já não bastando isso, ela também sofre bullying na escola nova.
É uma história de 120 paginas, mas facilmente poderia ter mais – eu não reclamaria. É uma história bem desenvolvida e que me prendeu a cada página, principalmente entender a Josefin, que tenta a todo custo proteger a Alena do bullying que vem sofrendo. Mas como? Se ela já esta morta?
Uma história que mistura também o terror psicológico, eu vi a Josefin fazer as coisas, mas ela seria só uma assombração ou a desculpa para a própria Alena está fazendo essas coisas? Alena simplesmente está em surto pois não aceita o que aconteceu e esta como se fosse alguém "fragmentado"?
A hq também nos leva a analisar isso. Como encarar o luto por perder seu melhor amigo, a enfrentar as coisas sozinho, a tentar se encaixar em um mundo que você pensa que não é o seu. A história é muito boa. E recomendo a leitura.
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