Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Que surto foi esse? Peguei a sugestão num vídeo do Tik Tok, onde fizeram meme desse livro e olha só, superou todas as expectativas que criei. O enredo conta a história de uma menina, que inventa que se apaixonou por um capitão das Terras Altas para fugir de ser apresentada em uma temporada Londrina, ser cortejada e acabar em um casamento por conveniência. Para convencer ainda mais a família, ela começa a escrever cartas e enviá-las. A mentira vai aumentando e quando ela se vê, precisa dá um fim nisso que foi longe demais – então, ela finge receber a notícia que seu Capitão morreu na guerra, e volta a viver sua vida em luto. Assim fugindo de um casamento por conveniência também. Mas um belo dia, ela recebe a visita de um homem que diz ser o Capitão que recebia suas cartas e aí, meus caros leitores, a confusão começa. O início desse livro é uma sucessão de coincidências incríveis. A menina inventa um cara e ele acaba sendo correlato a alguém que realmente exi...