Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Mais um romance na minha lista de lidos de 2022. Eu sei, antigamente, logo no início desse blog, eu dizia que não lia romance, não gostava dessas coisas melosas, clichês surreais, etc. E veja onde estou agora? Devorando a cada mês pelo menos 1 romance. Ah, como a terra dá voltas e faz a gente morder a língua. Mas deixa de devaneios para o lado, esse foi mais um romance, dessa vez hétero, do autor Gui Ribeiro. E mais uma vez, ele me fazendo me apaixonar por macho literário - o maior erro que uma leitora pode fazer na vida, afinal, esses machos perfeitos até nos defeitos não existem de fato. E eu quero dizer logo, eu amo Gabriel com todo meu querer e amor que posso dá. O livro conta a história de Mariana, uma mulher de 35 anos que está se separando e decide fazer uma lista do recomeço. Eu consigo me identificar tanto com ela, deste das suas crises de ansiedade, deste de está um relacionamento deste que ela entende por gente. Ela começou a namorar o marido dela na adolescência ...