Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Não consegui parar até chegar ao final desse livro. Erich simplesmente me cativou, adorei a personalidade dele, seu sorriso irônico, seu sarcasmo. Adorei a calma do Flynn e como eles se completam. Chorei demais com esse livro, mas do que imaginei que ia me emocionar.
Não sei se seria forte o bastante para reler essa obra, mas fui forte o bastante para lê-la pelo menos uma vez na vida. É linda, apaixonante, viciante e muito viva para mim! Emocionada demais!
Erich é um anjo, mais precisamente da classe dos cupidos e conhece (ou acha que conhece) sobre o amor, de tanto conseguir fazer os outros se juntarem – porém, ele não acredita nesse sentimento e acha que não é pra ele sentir isso algum dia.
Mas a vida, ah, ela é uma caixinha de surpresas. E com Erich, as coisas foram surpreendentes também. E ele acaba se sentindo afeiçoado por um humano em específico.
Eu simplesmente amei esse livro, foi o primeiro de época com Boys Love que eu já li e ainda foi nacional. O final é surpreendente e Gui consegue escrever belíssimo bem, te prende do início ao fim, em uma narrativa deliciosa.
Ainda temos muito para caminhar e falar mais de personagens LGBT+ e suas representividades nas histórias e de como isso sempre existiu e não é "modinha atual" (sim, já ouvi sobre essa ignorância). Enfim, é preciso mais personagens que trabalham esse lado, para acabar também o preconceito/homofobia que eles atrelam também na literatura. Além de um livro gostoso, é necessário.

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