Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Dessa vez a surpresa da Novo Conceito foi por um e-mail inesperado no meio da tarde. Com as primeiras 20 páginas do novo lançamento deles: Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor. Com uma capa maravilhosa (e uma linda tipografia) eu parei minha leitura de A Lista (risos) para começar essa prévia. Posso dizer que eu estou arrependida? Porque só aumentou minha curiosidade em terminar esse livro. Isso não se faz, não se pode ficar mandando pedacinhos de livro para as pessoas, quero concluir logo essa leitura . Falando agora um pouquinho do livro, a história é narrada por Alice e por um outro alguém que só lendo o livro você descobrirá. Alice parece que trabalha viajando, então eu presumo que ela possa ser aeromoça, mas não faço ideia. Ela volta em casa para ver seu pai, que está definhando por um câncer no pâncreas (que ela não lembra o que é, apesar que no ensino fundamental a gente aprende sobre isso). Outro lado, o livro tem a narração de um personagem masculino, presumo pel...