Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
"É isso que a lei é: Palpites instruídos sobre o que é certo e errado" - página 177 Preciso dizer que estava empolgada deste que vi o booktrailer do livro. Mas depois de algumas criticas de amigas leitoras que concluíram a leitura primeiro que eu, abaixei as expectativas, mas ainda mantive a empolgação. E acho que isso foi a atitude decisiva para eu gostar do livro: não ir com sede ao pote. Preciso logo dizer que o que foi visto no booktrailer, a cena da fragmentação, que seria o suprassumo do livro, não acontece de imediato e nem é o coração do livro em si. Foi uma ótima cena para empolgar e alavancar as vendas, confesso, mas não resume em nada o que é o livro. E se tirar as impressões do que você acredita que será o livro quando vê aquele vídeo, pode dizer: o livro é totalmente diferente do que você esperará. Mas não chega a ser decepcionante, muito pelo contrário, o livro é bom, diria ótimo - mas com ressalvas! O livro trás alguns questionamentos intere...