Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu fiquei passada quando descobri que nunca falei desse
livro aqui no blog. COMO ASSIM? Li já faz mais de um ano e nunca escrevi a
resenha (risos). Não é porque não gostei do livro, na verdade eu amei (e quero
as continuações, que por sinal, eu nunca achei para vender na livraria daqui -
estou aceitando de presente, viu?).
Então vamos falar do livro. O volume 1 é de arrepiar. É bem
escrito, tem linguagem simples e você embarca na leitura em um dia! Eu li na
minha viagem a Fortaleza, em que eu li em apenas dois dias e somente a noite, depois dos passeios. Então imaginem
como a leitura é rápida.
Mas mesmo sendo rápida, ela te prende o livro inteiro. Para
quem conhece o desenho animado, a versão
em livro é diferente, fica envolta de um mistério que está acontecendo na
cidade e os monstros vivem junto com os humanos normais, estes que não sabem da
existência das criaturas. Eles frequentam uma escola que é tanto aberta para os
monstros, quanto para os monstros (e esse estão disfarçados!). É meio diferente
do que conhecemos a Monster High,
certo?
E no meio desse trabalho de ficarem ocultos para os humanos,
eis que surge nossa personagem principal, a Frankie. Com apenas 16 dias de
nascida, conhecendo somente o mundo do seu próprio quarto e todos os
conhecimentos que foram passado por seus pais, Frankie se vê numa situação um
pouco desesperadora: seu primeiro dia de aula, num mundo novo e completamente
sozinha. Isso é uma equação que o resultado é desastre na certa!
Aqui há dois grupos, os normies, que são as pessoas normais
e os freaks,
que são os monstros, que só querem ser aceitos e terem seu lugar na sociedade.
O legal disso é que são unidos, e eles tem uma sociedade secreta para se
reunirem e decidirem por eles mesmos o rumo da situação, quando essa começa a
se tornar instável.
Acho interessante o jeito como as monstrinhas tentam
disfarçar suas peculiaridades, como a cor verde da pele da Frankie, que ela
cobre de base todo dia antes de sair (o que a deixa chateada, porque ela ama a
cor verde da pele dela e queria que as pessoas a aceitasse desse jeito que é).
A Clawdeen tem que sempre se depilar
(Lógico, ela é uma lobo).
Recomendo para adolescentes, principalmente para o publico feminino, mesmo que não tenha
assistido os desenhos ou outros filmes da franquia, o livro funciona muito bem
e não depende do desenho, é uma história paralela, completamente independente
do que é apresentado no desenho, mesmo assim a personalidade das personagens
são as mesmas, a essência é a mesma e a leitura é muito divertida!

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