Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu nem ia citar esse filme por aqui, mas acho válido falar um pouco dele aqui no blog. Foi a primeira coisa que assisti ao ter acesso ao Disney +. Confesso que eu não lembro absolutamente nada da animação original, mas não tem problema de fato, pois esse filme tem que funcionar de forma independente da obra original. E esse filme realmente se sustenta. Uma coisa que eu notei é que esse filme tem dado um pouco mais de personalidade para os personagens, mesmo que as coisas ainda estejam um pouco superficiais, ele parece tentar dar mais vida aos outros personagens secundários, como o cara da carrocinha e até a cena do espaguete no fundo do restaurante. Ademais, eu adorei esse filme, achei romântico e fofo. Foi uma boa adaptação para live action.