Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Está todo mundo falando desse filme, ai me pergunto... será que eu deveria falar dele também? Ser mais uma para falar da mesma coisa?! Ia deixar passar, mas ai desisti e estou aqui escrevendo.
Antes de tudo, esse filme fala de nossas inseguranças. Quando criamos de fato consciência de quem somos, nos perguntamos do porque estamos aqui, qual nosso propósito no mundo e bom, a verdade é que não temos uma grande missão.
Todos, ou quase todos, em algum momento já se sentiu vazio com algo para ter que preencher. E vemos essa metáfora na escola da vida, onde as almas tem que preencher um vazio no peito com algo para ficarem prontas para vim para a terra. A 22, uma das protagonistas, mostra que preencher isso não é apenas achar "aquilo" que você é bom e sim compreender o significado de viver.
O filme nos mostra que temos que aproveitar a vida breve que nos é dada. Que não podemos só passar por ela e sim percebê-la nas mais variadas coisas. O filme mostra que não temos uma missão divina, e isso tira um peso enorme das costas quando se é assimilado. Ficamos mais leves, sem amarras que nos fazem ser cegos para a vida que está acontecendo.
Em todo caso, o filme tem um tom mais adulto e reflexivo que os últimos filmes lançados pelo estúdio.
As metáforas sobre o sentido da vida foi tão sutis mas te fazem pensar. O visual desse filme é "um tiro a parte", tudo colorido e lúdico. As consciências do universo ou simplesmente os Zés serem linhas rabiscadas parecidos como desenho de criança é de uma singularidade. Dá para ver o carinho e cuidado aplicado nesse filme.



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