Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Não há como não se apaixonar por Juliet. Uma verdadeira dama de época. E o ar inocente e doce dela descobrindo as coisas nesse século 21 ficou ainda mais fofa. Era como uma criança que descobria um mundo novo. E ela ainda consegue ser autêntica e verdadeira.
Esse foi o primeiro livro lido da mais nova parceria do blog com a editora Serpentine. Eu estava querendo ler um romance leve e por Pura Sorte, encontrei o que eu queria.
O livro é um romance bem fofo e leve entre Ethan e Juliet. E que faz o leitor devorar o livro para ver a evolução dos sentimentos entre ambos. O engraçado desse livro é que praticamente tudo acontece na casa do Ethan ou na da irmã dele, o que faz o livro não perder tempo entre narrar ambientes ou arrumar desculpas para os protagonistas ficarem juntos novamente - afinal eles tem que aprender a conviverem no mesmo teto.
Eu simplesmente amei o jeito que a autora trabalhou as adaptações da Juliet no mundo moderno. Apesar dela ser de 1800, ela já parecia ser um pouco a frente de seu tempo, mas ainda assim 200 anos de diferença é bastante coisa para se digerir e ela precisa trabalhar isso. Mas o medo dela é menor que a curiosidade, então ela tira de letra.
Apesar do livro ter um pouco mais de 300 paginas, a leitura é rapida e flui. A narrativa parece conversar com o leitor. Foi meu primeiro contato com a autora mas vi que ela tem mais romances escritos, então estou até curiosa para conhecer mais histórias dela.
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