Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Eu preciso confessar que, apesar desse mangá ser lançado no Brasil pela Panini), eu só fui saber de sua existência em uma notícia essa semana (13/04 - quando escrevi esse texto), quando já foi anunciado o volume 9 no Japão. Eu achei a temática promissora para um shoujo e resolvi ler. E acabei que "maratonei" a leitura em 2 dias, pelo menos os 45 capítulos disponíveis no scan. Eu achei legal a história e o desenvolvimento dos personagens. Consegui me identificar com a Momose, ela é uma fushoji que nem eu e também joga vídeo-game casualmente - mesmo não sendo boa nisso. E o Hirotaka, o par romântico dela, me lembra muito meu namorado, que não sabe gostar de outra coisa além de games. Sim, eu li essa história imaginando nós 2 e foi uma coisa ainda mais hilária, pois é o que realmente já aconteceu um pouco na nossa vida ao longo de 8 anos juntos (sim, gente, eu praticamente sou uma "senhora casada" kkkkkk). Esse mangá me lembrou o quanto eu gostava de ler shou...