Eu sei, eu sei. Serei massacrada com esse texto. Mas preciso falar e até desabafar. Tenho esse blog há 14 anos, comecei em 2012, onde tudo era mato, não existia inscrições de parceria anuais com editoras, autor nacional nem era tão disseminado assim, quase não existia publicação independente de largo alcance nacional e nem Amazon tinha no Brasil vendendo ebook. Sim, tudo mato a ser desbravado. E nessa época, onde as coisas começavam a engatinhar, editoras mandavam livros pontuais a alguns blogs e criadores de conteúdo publicar textos sobre o livro. Como faziam com jornalistas também. Não existia criação para redes sociais, nem o Instagram existia e YouTube era só um repositório de vídeos comuns – sem a grandeza de produções de conteúdo como hoje. E também tinha os autores nacionais começando a despertar para divulgações nacionais. Entravam em contato com blogs que gostavam, que poderia ter afinidade com o gênero do livro e enviava o mesmo para o criador ler e fal...
Pensei em escrever ou não sobre esse filme - e de madrugada (no dia que eu escrevi esse texto) eu discuti sobre o filme com meu namorado e enfim, decidi postar esse texto no blog. Tem milhões de textos sobre esse filme na internet e possivelmente o meu vai ser só mais um. Mas não me importo. Esse filme dá muito para pensar - e a análise mais óbvia desse filme é sobre o paralelo a nossa sociedade. Eu encaro o poço como um experimento social feito pelo governo, imitando de forma extrema a sociedade com a hierarquia de classes sendo representada pelos andares. O Poço poderia ser uma ferramenta que instigasse a cooperação dos prisioneiros, que a cada 30 dias trocam de posições (andares) do poço. Uma vez estando embaixo com escassez de comida, quando fosse para cima podia ter consciência e fazer sua parte para igualar a comida para todos. Porém vemos uma sociedade sem compaixão ao próximo. Acho interessante que em tempos de Convid-19, esse filme estreie na netflix. A...