Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse filme é uma coisa sem nexo. Maria e João são 2 irmãos que saem de casa após a morte do pai pela peste e a mãe surtar e expulsá-los. Maria parece ser uma menina forte e poderosa, uma garota que mudaria contra o patriarcado. Mulheres assim eram consideradas bruxas nessa época, perseguidas e mortas. O filme seria bem legal se seguisse mais essa linha de raciocínio. Eles até tentam na real — com a bruxa ensinando a jovem várias coisas como plantas medicinais até xadrez. Mas fica algo muito subjetivo, só numa interpretação das entrelinhas. Falando em interpretar as entrelinhas, há aqui uma confusão de informações nesse filme que deixa o telespectador confuso ao montar a história do filme. Eu simplesmente fiquei parte da sessão me perguntando o que eu devia está entendendo com aquela cena e se eu tinha capacidade de entender aquele filme. Divulguei com imaginação longe procurando todo conhecimento e bagagem bibliográfica que eu podia ter para preencher a...