Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Li esse livro por dica do GF (Geek Freak no youtube) na Maratona Literária de Verão 2024. E nossa, não achei que ia devorar esse livro em 2 dias. é um livro fácil de ler, fluído e é narrado somente pela protagonista Hannah (sem aquela famosa divisão entre narração pelo ponto de vista masculino e feminino do casal). E Hannah, bem, ela conversa contigo o livro todo. Conversa mesmo, é todos os pensamentos, opiniões dela sobre os acontecimentos etc. Me lembrou quase um diário que se faz, sabe? O romance é leve e divertido, não tendo intrigas ou coisas que atrapalhe o casal, o relacionamento vai crescendo espontaneamente entre eles. Eu gostei muito dessa leitura justamente por não ser um livro cheio de intrigas, plots etc. É algo calmo que dá para ler sem ficar apreensivo, só desfrutando do momento, como a Hnnah desfrutou das férias forçadas que teve no livro. É delicioso ver o quanto a Hannah progrediu sobre a autoimagem e autoestima dela nesse livro. Antes de ...