Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Um último desejo! Grande sucesso no Japão, o aguardado Anohana chega ao Brasil pela JBC . É o sétimo mangá anunciado em 2016 pela editora. Se você se emocionou com Orange, vai ser impossível perder Ano Hi Mita hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai , ou simplesmente Anohana , o novo mangá da JBC . Sucesso de crítica e de vendas no Japão, Anohana foi lançado primeiro em animê, e depois, se utilizando de um traço exuberante e ao mesmo tempo delicado, Mitsu Izumi (7th Garden) adaptou esse animê em um mangá de 3 volumes. O animê de Anohana estreou em abril de 2011 e, no mesmo ano, também teve uma novel, e logo conquistou o público japonês. Por isso, no ano seguinte, a história de Ji nta, Menma e seus amigos foi transformada em mangá nas páginas da revista Jump Square, da editora Shueisha. O sucesso da animação e dos quadrinhos foi tamanho que em 2013 Anohana foi para os cinemas japon...