Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
A hora dos mortos-vivos
Apocalypse no Toride, ou Fort of Apocalypse, o oitavo mangá anunciado em 2016 pela JBC, traz um grupo de jovens presos em um reformatório fazendo o que pode para sobreviver a um voraz ataque de zumbis.
A tensão é total. O mundo foi tomado por uma epidemia zumbi fulminante. O fim se aproxima e não há para onde fugir. Trancafiados em um reformatório para delinquentes, um grupo de jovens irá descobrir que a prisão pode ser o único lugar seguro na face da Terra em Fort of Apocalypse, o oitavo mangá anunciado em 2016 pela JBC.
Com um total de 10 volumes, publicados pela editora Kodansha (Fairy Tail, Knights of Sidonia),Apocalypse no Toride foi publicado no Japão entre 2011 e 2015 pegando carona na onda de mortos-vivos deflagrada com a série americana The Walking Dead.
Os fãs do gênero não irão se decepcionar com o novo mangá da JBC. Além do belíssimo e realístico traço de Kazu Inabe, o roteirista Yuu Kuraishi leva o tema às últimas consequências. Ninguém está a salvo em sua história e os zumbis, diferente dos vistos em filmes clássicos, podem se tornar velozes e inteligentes. Usando uma espécie de penitenciária para jovens como cenário, Kuraishi consegue impor um clima de suspense e terror claustrofóbico ímpar ao leitor.
COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE ZUMBI
Yoshiaki Maeda é um jovem de 16 anos aparentemente comum. Tímido e inseguro, ele é enviado para o Reformatório Shouran, um tipo de escola-prisão, para onde delinquentes são enviados. Imediatamente subjugado pelos veteranos da instituição, Maeda jura ser inocente e que foi preso injustamente. Mal podia imaginar o rapaz que aquele era o menor de seus problemas. Na verdade, ser preso lhe salvou a vida.
Logo que chega ao reformatório, descobre-se que fora de seus portões eclodiu um verdadeiro apocalipse zumbi. Agora a prisão, de onde todos queriam fugir, tornou-se um forte que protege aos internos.
Não se sabe ao certo como a epidemia começou. Se foi um vírus ou algo do gênero, mas, pouco a pouco, o grupo de sobreviventes de Maeda descobre que os mortos-vivos podem evoluir, ganhando força e inteligência de acordo com a situação. E, claro, todos estão famintos por carne humana.
Encurralados, os jovens delinquentes não terão outra opção senão lutar até quando puderem por suas vidas. E, se a morte surge como algo inevitável, a melhor estratégia pode ser o ataque.
Fort of Apocalypse guarda muitos segredos e reviravoltas, com grandes doses de ação, suspense e terror asfixiantes. O novo mangá da JBC chega em breve às bancas, livrarias e lojas especializados de todo o Brasil!!
FONTE: Imprensa JBC

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