Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Queria ter falado disso mais cedo, mas como só parei em casa
agora, ainda é válido.
Um dia antes do meu aniversário, o Google ficou no tema que
eu amo: CONTOS DE FADAS. Tudo foi uma homenagem ao aniversário de Charles Perrault,
que nasceu em 12 de janeiro de 1628, em Paris. Ele foi um escritor e poeta do
século XVII e estabeleceu bases para um novo gênero literário: o conto de
fadas.
Além disso, ele foi o primeiro a dar acabamento literário
para esse tipo de literatura, ganhando assim o
título de "Pai da Literatura Infantil". As histórias mais conhecidas
são Le Petit Chaperon rouge (Chapeuzinho Vermelho), La Belle au bois dormant (A Bela Adormecida), Le Maître chat ou le Chat botté (O Gato de Botas), Cendrillon ou la petite pantoufle de verre (Cinderella), La
Barbe bleue (Barba Azul) e Le Petit Poucet (O Pequeno
Polegar).
Em 1695, com 67 anos, resolveu
registrar as histórias que ouvia de sua mãe e dos salões de Paris. O livro,
publicado dia 11 de janeiro de 1697, recebeu o nome de "Histórias ou
contos do tempo passado com moralidade", mas também foi chamado de "Contos
da Velha" e "Contos da Cegonha", ficando depois conhecido como
"Contos da mamã gansa". O livro alcançou publico em todos os cantos
do planeta, marcando também um novo gênero, o conto de fadas.
CONTOS DA MAMÃE GANSA
Livro publicado em 11 de janeiro de
1697, sob o titulo original "Histórias ou contos do tempo passado com
moralidade". As morais vinham em forma de poesia, que encerravam cada
história.
- Chapeuzinho Vermelho - Le Petit Chaperon Rouge
- A Bela Adormecida - La Belle au bois dormant
- O Pequeno Polegar - Le Petit Poucet
- Cinderela - Cendrillon
- Barba Azul - La Barbe-Bleue
- O Gato de Botas - Le Maître Chat ou Le Chat Botté
- As Fadas - Les Fées
- Henrique, o Topetudo - Riquet à la Houppe
- Pele de Asno - Peau d'Âne
- Os Desejos Ridículos
- Grisélidis
Texto adaptado
da Wikipédia.
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Adoro esse cuidado do google!
ResponderExcluirLindo esses doodles.