Dia 19, nosso professor Jacques Alastair organizou um Sarau da Psicologia que juntou as 2 turmas do curso. Apresentamos, de forma criativa, temáticas da cultura com o viés da psicologia. Meu grupo aderiu a ideia de trazer um jogral sobre o livro O Médico e o Monstro, falando da dualidade humana entre Jakyll e Hyde, preto no branco, o bem e o mal, luz e sombra. Os desejos reprimidos do Dr. Jekyll dá origem ao cruel e impiedoso Hyde, uma transformação grotesca e personificação do mal mais pecaminoso da humanidade. Entre indas e vindas de transformações, o Jekyll se vê em uma situação onde não mais controla seu outro eu voluntariamente, deixando a transformação dominar-se em uma catarse prazerosa. Mas precisamos entender que o ser humano não é de extremos, mas um ser mais complexo que duas faces do mesmo eu. Vestimos personas, máscaras para viver em sociedade, sublimando nossos desejos e energia para ser aceitos na moral dessa comunidade. Mas até onde isso é saudável?
Queria ter falado disso mais cedo, mas como só parei em casa
agora, ainda é válido.
Um dia antes do meu aniversário, o Google ficou no tema que
eu amo: CONTOS DE FADAS. Tudo foi uma homenagem ao aniversário de Charles Perrault,
que nasceu em 12 de janeiro de 1628, em Paris. Ele foi um escritor e poeta do
século XVII e estabeleceu bases para um novo gênero literário: o conto de
fadas.
Além disso, ele foi o primeiro a dar acabamento literário
para esse tipo de literatura, ganhando assim o
título de "Pai da Literatura Infantil". As histórias mais conhecidas
são Le Petit Chaperon rouge (Chapeuzinho Vermelho), La Belle au bois dormant (A Bela Adormecida), Le Maître chat ou le Chat botté (O Gato de Botas), Cendrillon ou la petite pantoufle de verre (Cinderella), La
Barbe bleue (Barba Azul) e Le Petit Poucet (O Pequeno
Polegar).
Em 1695, com 67 anos, resolveu
registrar as histórias que ouvia de sua mãe e dos salões de Paris. O livro,
publicado dia 11 de janeiro de 1697, recebeu o nome de "Histórias ou
contos do tempo passado com moralidade", mas também foi chamado de "Contos
da Velha" e "Contos da Cegonha", ficando depois conhecido como
"Contos da mamã gansa". O livro alcançou publico em todos os cantos
do planeta, marcando também um novo gênero, o conto de fadas.
CONTOS DA MAMÃE GANSA
Livro publicado em 11 de janeiro de
1697, sob o titulo original "Histórias ou contos do tempo passado com
moralidade". As morais vinham em forma de poesia, que encerravam cada
história.
- Chapeuzinho Vermelho - Le Petit Chaperon Rouge
- A Bela Adormecida - La Belle au bois dormant
- O Pequeno Polegar - Le Petit Poucet
- Cinderela - Cendrillon
- Barba Azul - La Barbe-Bleue
- O Gato de Botas - Le Maître Chat ou Le Chat Botté
- As Fadas - Les Fées
- Henrique, o Topetudo - Riquet à la Houppe
- Pele de Asno - Peau d'Âne
- Os Desejos Ridículos
- Grisélidis
Texto adaptado
da Wikipédia.
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Adoro esse cuidado do google!
ResponderExcluirLindo esses doodles.