Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Falo logo que o mangá trata de salto temporal! O protagonista Takemichi acaba adquirindo o poder de voltar 12 anos no passado quando cai nos trilhos de um metrô e quase morre. E com isso, ele começa uma corrida para saltar a Hina, sua primeira e unica namorada do ensino fundamental que morre no presente por causa de uma gangue, a Tokyo Manjikai.
Comecei dizendo que trata-se de um mangá construido em cima da habilidade do protagonista em fazer Saltos Temporais, pois recentemente surgiu uma onda, principalmente em webtoons e manhwas, que são de personagens que morrem e reencarnam em algum lugar ou voltam no passado para mudar seu destino. Porém, Tokyo Revengers foi lançado em 2017 e trás muito mais profundidade do que isso.
O protagonista simplesmente quer mudar seu passado para salvar a primeira namorada que acaba se envolvendo numa das brigas da gangue com a polícia e morre. Assim, como o irmão mais novo que ela (chamado Naoto) — que é salvo no inicio do mangá pois ele conta 12 anos atrás sobre o futuro. Naoto acaba sendo a âncora que é gatilho para esses saltos temporais do protagonista.
Além dos saltos temporais, a história também trás muito sobre a realidade de gangues juvenis que aconteciam no Japão, algo que vejo ser comum da realidade (pois vários animes e mangás já abordaram o tema).
Achei demais a proposta do mangá, particularmente, adoro essa ideia de ter elementos fantasiosos em uma história mais centrada a uma realidade — ele trás o codidiano de um jovem entrando na gangue, quanto tem elementos sci-fi como salto temporal. E também observar um protagonista saindo da zona de conforto para salvar alguém e por tabela mudar sua vida, é bem interessante (apesar, claro de ser o caminho da jornada do herói). Mas ele faz por meios não tão heroicos, pelo que dá pra entender, e ver essas mudanças por meio de estrategias (ja que ele nao poderá usar força bruta) é o que deixa a história mais instigante.
Você já tinha escutado sobre Tokyo Revengers? E o que você faria se pudesse dar saltos temporais pro seu passado?
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