Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse foi mais um dos livros que comecei a leitura sem ler sinopse, sabia que se tratava de um romance contemporâneo e que os protagonistas talvez fossem um pouco viciados em livros (dado pelo titulo) e já pensei: porque não ler e dar uma chance, é um livro relativamente lançamento e já estava no Kindle Unlimited, então tinha que aproveitar enquanto não terminava minha assinatura de 1,99. A primeira coisa foi que me identifiquei horrores com as paranoias de relacionamento da Nora e já estava caindo de amores por Charles — ele faz todo meu estilo de crush literário, me julguem. Adorei a química faiscante que envolta os dois! Dava para perceber que seriam um casal interessante e que rolaria muita coisa entre os dois. Outro ponto foi a comédia peculiar do livro, muito sarcasmo também pelos personagens protagonistas. E isso me proporcionou vários surtos e gaitadas com a leitura. Não está no gibi o quanto me diverti lendo esses dois. Principalmente no primeiro jantar deles n...