Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
PS: Contém spoiler da obra.
Eu já tinha resenhado os primeiros capitulos de Devil Esctasy quando o mesmo foi anunciado no Brasil. E deste de então, quando terminou no ápice da revelação, na época, eu já fiquei curiosa pra saber aonde vai. E olha, não me decepcionou. Conseguiu escalonar num nível!
Já tínhamos um casal sendo um homem humano e uma succubus, sendo o homem impotente, que então não corre o risco de ter sua energia vital roubada. O protagonista que se apaixonou por uma succubus e tinha trauma de peitos grandes. Tínhamos uma diretora do devil ecstasy que só queria encontrar o humano de quem ela abusou (que coincidentemente era nosso protagonista). E conseguiu ir além!
Temos agora a introdução melhor da polícia que sabe da existência das Succubus e esconde da população geral para não causar pânico generalizado. Temos também uma detetive especializada em mitologia sobrenatural, que quer uma vingança contra as succubus. E com essa introdução, as coisas começam a pegar fogo no mangá.
Sem brincadeira, as coisas só vão escalonando e eu me perguntando até onde ia a audácia do autor nessa história. E faltando 3 capítulos para o capitulo final, ele conseguiu se superar ainda mais.
O mangá é um hentai, mas bem distorcido até poderia dizer que tem uma história de amor ali criada. Achei hilário varias partes e me deu vergonha alheia em outras. Foi uma leitura rápida e me prendeu por uma tarde inteira, me distraindo da dor que estava sentindo (sim, estava doente quando li o mangá).
Para quem gosta de uma história absurda que te prende justamente pela descrença do que está acontecendo, esse mangá é uma boa pedida. Mas para pessoas puritanas, lembre-se isso é um hentai, com succubus, então tem muita put@ria.
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