Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
PS.: resgatei esse texto de uma agenda de 2016. Tinha escrito pra publicar quando terminasse a leitura de Cinder mas nunca conclui. Resolvi hoje postar isso e ver com vocês se retomo a leitura desse livro pra vocês. Comecei a ler Cinder e preciso dizer que estou amando a ambientação. Para quem não sabe eu morro de amores por livros que tem temática de contos de Fadas. Simplesmente amo, é meu ponto fraco, meu calcanhar de Aquiles. O livro parece ser ambientado em uma distopia steampunk. Cinder conserta Android e logo no início da história já tem contato com o príncipe da narração. Não sei se é porque vamos descobrindo mais pra frente da narrativa, mas o início deixa o leitor mio confuso, principalmente se você não ler com devida atenção.