Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Acabei de terminar a leitura desse livro. O que falar sobre essa história criada por Junior Salvador?
Fazia um tempo que não via uma historia inspirada na cultura Tupi. E o quanto eu queria ler uma história envolvente que fosse ambientada no nosso folclore. E esse livro pode me dá esse gosto na leitura.
Ele é curtinho, tem menos de 200 páginas e foca na história do Curupira, um menino branco que foi criado no meio de uma aldeia indígena. Mas o livro é bem mais que apenas isso, trás uma lição de amizade e também nos apresenta um pouco ao mito do Eldorado, que ainda não é muito explorado em mídias, mas é bem conhecido pelos indígenas da América Latina. O livro, apesar de fazer parte de uma série, eles podem funcionar para uma leitura solo, sem precisar ter lido 1 para ler o outro. Apesar, claro que a minha próxima leitura será o livro dois, que conta sobre o Saci.
O livro é daqueles que você consegue ler em uma sentada, tanto por ser escrito como um conto rápido e versátil, sem muita enrolação até chegar no clímax; mas também ele tem uma narrativa envolvente que te prende até o final. E deixa aquela vontade de quero mais.
Eu realmente gosto de livros que dão valor a cultura nossa, sem se apropriar de outros mitos e lendas de outras regiões. A América do Sul em si é muito rica de histórias e mitos próprios, que na mão de um bom autor, se transforma em narrativas maravilhosas e surpreendentes. Eu gostaria de mais detalhes de histórias indígenas sendo escritas pelas mãos do Junior Salvador.
Eu realmente gosto de livros que dão valor a cultura nossa, sem se apropriar de outros mitos e lendas de outras regiões. A América do Sul em si é muito rica de histórias e mitos próprios, que na mão de um bom autor, se transforma em narrativas maravilhosas e surpreendentes. Eu gostaria de mais detalhes de histórias indígenas sendo escritas pelas mãos do Junior Salvador.
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