Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Antes de tudo, quero colocar a nota da autora para este conto:
Heylel e Anna, não são contos soltos, são contos pertencentes a trilogia, portanto existe um porquê para tudo o que está lá, um antes e um depois.
As páginas parecem poucas, pois na verdade são somente complementares, tudo sobre os personagens e o desenrolar de cada um deles de forma individual e como casal, está nos livros.
Dito isso acima, não preciso mais colocar em minhas palavras que este conto não é completo. Preciso dizer também que eu ainda não tive oportunidade de ler a trilogia em si (podemos mudar isso, né Erika? Vamos uma parceria aí!). Esse conto é o segundo da Maratona Erika Gomes, que eu falei mais dela clicando aqui.
O conto é de 35 páginas e conta um pouco sobre a história de como Anna e Heylel se encontraram. Esse casal eu já havia "descoberto" no conto de Agares, o braço direito mais fiel que se pode encontrar.
"O vazio o engolia".
Heylel se sentia vazio, sem vida, sem um propósito. Se perguntava direto sobre o que fazia e tinha a mania de sempre subir a terra e ver a criação do Senhor, tentar saber o que eles tinham de tão especiais e porque ganhavam o perdão (e acabava se perguntando se ele também poderia ser perdoado, caso se arrependesse sinceramente). Será que um demônio tão mal, traidor do celestial, um dia poderia encontrar um amor e o perdão?
Um dia, nesses passeios a terra, ele encontra Anna, uma jovem religiosa que o faz se apaixonar perdidamente. Mas eles não poderiam ficar juntos. E a história deste conto explica toda essa paixão louca, avassaladora e proibida que esse casal passará.
O conto é curtinho e como disse, faz parte da Trilogia Tenebris, ou seja, ainda fica muitas lacunas da história principal (que é contada na trilogia). Mesmo assim, é envolvente e cheio de emoção. A autora Érika Gomes escreve com fervor e paixão, fazendo o leitor se deleitar e se prender ao livro sem nem respirar, quando vê já devorou todo o conto.
Recomendo a leitura, mesmo que você não tenha lido os livros da trilogia (como eu), mas deixo logo o aviso: você vai ficar louco para ler toda a trilogia quando acabar esses contos.
"O vazio o engolia".
Heylel se sentia vazio, sem vida, sem um propósito. Se perguntava direto sobre o que fazia e tinha a mania de sempre subir a terra e ver a criação do Senhor, tentar saber o que eles tinham de tão especiais e porque ganhavam o perdão (e acabava se perguntando se ele também poderia ser perdoado, caso se arrependesse sinceramente). Será que um demônio tão mal, traidor do celestial, um dia poderia encontrar um amor e o perdão?
Um dia, nesses passeios a terra, ele encontra Anna, uma jovem religiosa que o faz se apaixonar perdidamente. Mas eles não poderiam ficar juntos. E a história deste conto explica toda essa paixão louca, avassaladora e proibida que esse casal passará.
O conto é curtinho e como disse, faz parte da Trilogia Tenebris, ou seja, ainda fica muitas lacunas da história principal (que é contada na trilogia). Mesmo assim, é envolvente e cheio de emoção. A autora Érika Gomes escreve com fervor e paixão, fazendo o leitor se deleitar e se prender ao livro sem nem respirar, quando vê já devorou todo o conto.
Recomendo a leitura, mesmo que você não tenha lido os livros da trilogia (como eu), mas deixo logo o aviso: você vai ficar louco para ler toda a trilogia quando acabar esses contos.

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