Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
*Resenha feita para o Arte de Ler, do Isaac. Repostando aqui no blog, pois acho que vale a pena refazer mais uma vez (risos) uma resenha do livro. Polêmico! Realmente não tenho palavras para descrever tudo que senti ao ler esse livro. São memórias tão vivas nas folhas desse livro, relatos e emoções que encharcam a tinta das letras impressas, e nem ao menos lemos conhecendo o nome do homem que nos relata tudo. Mas isso não deixa de ser intenso e vivido. O livro é vivo e faz você embarcar em um misto de lembranças de uma vida que foi, dos desejos de como a vida seria dependendo das escolhas e como seria encarada, observações e interpretações religiosas, as vezes incongruentes mas marcantes e que te levarão em algum momento a parar e respirar, e principalmente pensar o quão eloquente pode ser esse livro. Ao bater os olhos, muitos pensarão na hipocrisia e heresia com Deus e a religião. Mas eu vos digo, leia. Despida-se antes de de criticar. Conheça antes de julgar. Despida-se...