Até onde você sacrificaria para ser feliz?
As vezes é necessário abrir mão de uma vida para alçar a felicidade. E
talvez nessa felicidade, haja o amor!

Mas
a novidade não era só essa. Romper o noivado de dois anos com o herdeiro da
família Ferrato seria surpreendente e libertador, mas “mudar” totalmente
abandonando a correria da cidade grande, na esperança de restabelecer a vida,
seria ainda melhor.
Alguns
meses depois, já instalada na Hospedaria Aconchego em Monte Lindo, a jovem
recebe a visita da mãe com a estrondosa novidade.
Ela
regressaria a sua antiga vida?
Não
mesmo, seu coração já havia despertado, mesmo que inconscientemente, para o Sr.
Miller. Este muito observador já notava com cuidado a moça, percebendo que a
mesma era diferente das demais alunas.
Helen
julgava que o único sentimento que ela nutria por ele era o medo e o repelir.
Na verdade se apaixonar era a única razão da fuga da moça. E apesar de seus
esforços, a jovem estava começando a aceitar emoções nunca antes sentidas...
Pelo verdadeiro amor.
Tem vezes que é necessário se abster de tudo para que se
organize a mente. Se auto-organizamos, pode encontrar-se e com isso todo o
resto da sua vida se arruma também.
É nos apresentado um efeito em cadeia para nos mostrar essa
premissa que a autora começa seu livro. A protagonista tem uma vida
"perfeita" aos olhos de amigos e familiares, um noivo interessante e
rico, um bom curso e um ótimo estágio, por que iria querer mudar de vida? Mas parece que nossa protagonista, a Helen não
tinha o mesmo pensamento de seus pais e resolveu trocar tudo isso ao assumir um
emprego no interior e mudar completamente sua vida.
O livro é escrito (ou montado, como preferirem chamar) em
cima de muitos diálogos que deixam a leitura dinâmica, tecnicamente. Com narração, em sua maioria, em primeira
pessoa, a protagonista conversa com o leitor a contar suas “impressões” em
capítulos. Digo em sua maioria, pois há partes do livro que a narração
apresenta-se em terceira pessoa.
O livro não passou por uma grande reformulação da
estruturação do texto, então sua estrutura assemelha-se a uma fanfic cheia de
diálogos com pontuações que às vezes deixa o leitor sem entender aonde acabou a
fala de alguém para quando é o narrador. (eu não tenho nada contra fanfics,
longe disso, mas muitas que já li são escassas de revisão, coerência,
pontuação...).
Mas isso deve ser o problema do editor, que segundo a autora
me comunicou, houve falhas de revisão que passaram despercebidos e só quando o
livro estava na mão dos leitores que foi detectado. Então, apesar de eu
escrever que houve erros de estruturação, o livro está perdoado por ser a
primeira edição e que foi comunicado esses pequenos (grandes) erros técnicos.
Já a história é gostosa de ler. Tem uma ótima atmosfera para
quem gosta de romances, especialmente aqueles melosos, belos com personagens
cativantes.
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