Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Essa semana estreia no financiamento do catarse a HQ em
estilo mangá chamado: Tools Challenge.
O quadrinho é uma webcomic que começou
em 2011 e teve alguns capítulos disponíveis para download no site. Agora a meta
é para ter edições impressas e continuar com o trabalho.
Sinopse: A história se passa em um mundo como o nosso só que
com uma grande peculiaridade: cada pessoa nasce com uma ferramenta. Algumas
pessoas nascem com ferramentas especiais, chamadas “série ouro” e não podem
viver mais de 15 anos longe delas. Nosso protagonista da história chama-se
Raion, e é um garoto que nasceu com esse tipo de ferramenta especial, mas teve
ela roubada quando nasceu. Agora ele está prestes a completar 15 anos e
descobre o paradeiro de sua ferramenta de nascença. A questão é: ele conseguirá
recuperá-la antes que seja tarde?
O quadrinho foi produzido inicialmente para um concurso que
seria para enviar o trabalho para ser publicado em outro país e nas regras era
determinado a leitura no sentido oriental. Como a decisão foi de dar
continuidade na obra de forma independente, haviam alternativas de publicar
como estava ou reeditar para o sentido de leitura ocidental. Até fizeram a
reedição, mas perdeu a qualidade da arte. Então deixaram como o original,
mantendo assim a melhor qualidade da obra.
O financiamento da obra contará pelo site de financiamento
coletivo chamado Catarse, que iniciou-se dia 25 de fevereiro, durando 60 dias em
média. O valor a ser arrecadado é para produção de edições impressas e
manutenção da história, para que possa ser comercializada e divulgada. Ajude a obra por esse link.
Para mais informações acesse a fanpage no facebook e o site.
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