Eu sei, eu sei. Serei massacrada com esse texto. Mas preciso falar e até desabafar. Tenho esse blog há 14 anos, comecei em 2012, onde tudo era mato, não existia inscrições de parceria anuais com editoras, autor nacional nem era tão disseminado assim, quase não existia publicação independente de largo alcance nacional e nem Amazon tinha no Brasil vendendo ebook. Sim, tudo mato a ser desbravado. E nessa época, onde as coisas começavam a engatinhar, editoras mandavam livros pontuais a alguns blogs e criadores de conteúdo publicar textos sobre o livro. Como faziam com jornalistas também. Não existia criação para redes sociais, nem o Instagram existia e YouTube era só um repositório de vídeos comuns – sem a grandeza de produções de conteúdo como hoje. E também tinha os autores nacionais começando a despertar para divulgações nacionais. Entravam em contato com blogs que gostavam, que poderia ter afinidade com o gênero do livro e enviava o mesmo para o criador ler e fal...
Comedias romanticas sempre tem a mesma
receita: O rapaz e a garota se conhecem meio sem querer, num encontro inusitado
e muitas vezes até engraçado.
Na metade do filme, algum dos dois faz uma
burrada e eles se separam... Um sente a falta do outro, o que errou vai atrás
da alma gemea, reatam e vivem felizes para sempre..
O que diferencia são os ingredientes de
filme para filme, e em ”amor e outras drogas” o tempero é mais que especial.
Trabalhando um tema serio (o mal de parkinson da protagonista) com seu romance
com um representante de remedios, que era um ex-estudante de medicina.
Esse genero de filme tem um enredo leve e
dinamico, e muitas vezes é dificil trabalhar um assunto mais serio quando se
tem que tratar de um romance bonitinho e perfeito no amago do relacionamento,
mas nesse filme percebemos a dificuldade real de uma jovem de 26 anos com
parkinson.
Já o rapaz tem no seu curriculo uma
desistencia do curso de medicina e uma labia sem igual no mundo, leva as
mulheres tudo no papo, mas sempre há que foge a regra. E nossa protagonista
fugia a regra.
Uma historia ”delicia” para se assistir em
casa, deitado no sofá no final da tarde.
”amor e outras drogas” - com Jake
Gyllenhaal e Anne Harthaway
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