Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Comedias romanticas sempre tem a mesma
receita: O rapaz e a garota se conhecem meio sem querer, num encontro inusitado
e muitas vezes até engraçado.
Na metade do filme, algum dos dois faz uma
burrada e eles se separam... Um sente a falta do outro, o que errou vai atrás
da alma gemea, reatam e vivem felizes para sempre..
O que diferencia são os ingredientes de
filme para filme, e em ”amor e outras drogas” o tempero é mais que especial.
Trabalhando um tema serio (o mal de parkinson da protagonista) com seu romance
com um representante de remedios, que era um ex-estudante de medicina.
Esse genero de filme tem um enredo leve e
dinamico, e muitas vezes é dificil trabalhar um assunto mais serio quando se
tem que tratar de um romance bonitinho e perfeito no amago do relacionamento,
mas nesse filme percebemos a dificuldade real de uma jovem de 26 anos com
parkinson.
Já o rapaz tem no seu curriculo uma
desistencia do curso de medicina e uma labia sem igual no mundo, leva as
mulheres tudo no papo, mas sempre há que foge a regra. E nossa protagonista
fugia a regra.
Uma historia ”delicia” para se assistir em
casa, deitado no sofá no final da tarde.
”amor e outras drogas” - com Jake
Gyllenhaal e Anne Harthaway
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