Conheci esse quadrinho ontem (veja só), e acabei de ler os capítulos disponíveis no Tapas hoje. A história, que tá sendo escrita pela autora @mari_santtos tem 19 capítulos publicados na plataforma e a finalização do primeiro arco se dará pelo quadrinho físico lançado na CCXP deste ano (o qual está sendo feito um financiamento coletivo no Catarse). Eu confesso que é uma tortura muito grande não ter mais capítulos sendo publicados (se lerem, vão entender o porquê). Mas venho dizer que vale a pena a leitura. O traço dela é muito lindo e mostra muito bem as reações da protagonista, Dora, e dos outros personagens. A escolha da estética também conversa muito com o clima da ambientação, o mundo fofo rosa da Dora entra levemente em contraste com o preto e lilás da Velma, a Gótica. Nós sabemos que a garota fofa tem algum assunto mal resolvido com góticxs, mas não sabemos o quê até então. Mas isso faz com que ela, sempre carismática, pré-julgue a Velma e piora toda a situa...
Esse livro já me prendeu nas primeiras páginas. Interessantíssimo o paralelo que já podemos fazer em tão poucas páginas após o ínicio da leitura. O titulo, quando pronunciei em voz alta pela primeira vez, lembrou da palavra arcaico, que usamos para designar algo velho, ultrapassado. Arkhaika é o nome do planeta em questão. Um planeta sem tecnologia, sem máquinas nem avanços científicos. Que vive de caça e plantação, vida simples, conhecimento transmitido oralmente de pai para filho. Algo ultrapassado para as vidas de hoje. Apesar desse "atraso", a vida dos habitantes é totalmente autossustentável. Mais eles não são os únicos no universo. Uma raça mais avançada (tecnologicamente falando) chegou um dia, com uma proposta de paz e os planetas fizeram um acordo: a cada ano, a nação de Arkhaika cederia seus homens adultos, quando a outra traria um grupo de pessoas especialistas e máquinas. Seria quase uma troca de conhecimento que seria bom para ambos os lados,...