Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Vou começar confessando a vocês. Não iria pegar Lazúli para ler como o primeiro livro da parceria com a Invicta. Mas acabou que me confundi no grupo e o peguei. E cá estamos, tendo uma leitura super necessária para mim no momento. Sabe quando falam que não é o que queria, mas sim o que precisava? E eu sinto que Margô chegou para mim neste momento que eu mais precisava.
Como falei no post anterior, não consegui não me identificar em alguns pontos com a Margô. O desconforto que ela tem que explanei na postagem do quote (para quem não viu, ela falava sobre está sentindo que não esta aproveitando a vida, apenas de telespectadora em vez de viver de fato). Eu me sinto muito assim, inclusive estou saindo de uma fase assim e tentando pegar o pique que estava antes de tudo desandar...
A narrativa entra muito na visão da Margô e não tem como não se identificar pelo menos numa parte dela. E ela me tocou fundo deste desse quote. O livro é grande, tem em torno de 700 páginas e confesso, não é facil de ler, não é enfadonho, porém a quantidade de descrições, mesmo imersa na leitura, parece que não se progride muitos porcentos – e eu sempre tenho que parar para respirar em alguns momentos. Não é um livro que recomendaria para ler depois de uma ressaca literária (algo que estou passando no momento).
A trama começa cedo, logo ela se vê presa num mistério que parte dela quer saber mais e outra grita pra ela ficar na dela e esquecer o assunto. O que é um ponto bom ao livro, pois não enrola em nos começar a introduzir ao plot do livro.
Até então só conheci alguns personagens como Tiago, Cauã e Sarah. Nenhum ao fundo, tirando o Cauã que é do passado da Margô tbm, os outros dois parecem ter muitos segredos que vão liberar na trama. Sabe aquela pulga que fica atrás da orelha quando conhecemos determinadas pessoas? Me sinto assim com eles, principalmente esse Tiago.
O livro tem uma ótima construção de narrativa, mistério em dose certa e para quem estava enferrujada em ler thriller, acabei me sentindo envolvida no mistério novamente e estou gostando da experiência. Só vai demorar um pouquinho para trazer a resenha completa do livro – mas vou tentar trazer diários de leitura para atualizar vocês.
Comentários
Postar um comentário
Seu comentário é muito importante para o crescimento, amadurecimento e manter a qualidade do blog.
Todos os comentários serão respondidos, então marque as notificações!
Deixe seu link no comentário, terei o prazer de retribuir a visita.
Segui. Segue de volta? Se eu gostar, seguirei com prazer!
Beijinhos da Miaka-chan =*