Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Comecei a ler esse livro e confesso, foi um pouco diferente a leitura. , a escrita me surpreendeu por ser um português bem diferente - o que causa muita imersão após acostumar a leitura. Nunca li um romance de época nacional que tivesse o português bem parecido com o falado da época. Amélia é petulante e não se interessaria por qualquer homem da corte, casaria só por amor. E torcemos para ela encontrar isso. Já o Conde, um homem bem libertinoso, nunca se imaginaria apaixonado e perdido para todas as outras mulheres do mundo. Ver os primeiros momentos de ambos podem ser bem gato e Rato, um casal que parece mais nao se bicar do que florescer um amor ali e isso é muito engraçado. Tenho me apaixonado cada vez mais que conheço a mulher que a Amélia se tornou. A leitura flui, depois de acostumar com a escrita. É muito legal ver um livro sobre a corte Brasileira. Vou continuar a leitura e estarei trazendo resenha em breve.