Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Enfim, estou aqui para falar desse livro que tem me feito ficar louca no tik tok e em stories (risos). Esse é um livro nacional, e é o segundo por intermédio da parceria com a Acessória Literária Adriana Vargas.
Primeira frase da página 100:
"- Elizabeth esperava que Carol fosse para casa em breve, então decidiu aguardá-la em sua porta".
Do que se trata o livro?
Depois de anos vivendo na superfície, os seres humanos chegaram ao limite da vida na terra e para sobreviveram, acabaram tendo que criar toda uma civilização abaixo da superfície, nascendo assim uma cidade no Subterrâneo da terra. Porém, a cada vez que a sociedade cresce, fica difícil manter as coisas como era antes. No meio disso, temos 3 amigos, Tom, Douglas e Carol, que tem que aprender mais do mundo que vivem, quando começam a entrar nesse jogo de poder e sobrevivência a esse mundo Subterrâneo.
O que está achando até agora?
O livro tem uma leitura boa, simples sem rebruscamentos na linguagem, o que deixa fluido e bem dinâmico para leitura. Tem alguns erros de digitação, mas nada que atrapalhe muito, ou quw tire a concentração. A história é boa, dá para fazer um paralelo com o que estamos vivendo na humanidade, além de trazer dramas e plots bem legais para a trama. É uma farofa literária que sempre vai surpreendendo a cada capítulo.
O que está achando do personagem principal?
É difícil falar qual é o personagem principal na trama, mas vou lidar que os trio Tomas, Douglas e Carolina sejam os protagonistas. Tomás é Douglas são personagens centrados e corretos, mas mesmo tendo muita exposição na história, não sinto que eles ainda foram muito desenvolvidos, principalmente o Doug, quando pensei que a autora ia desenvolver, deu uma parada. Porém, Carol, é a cereja do livro. Ela tem sua personalidade bem desenvolvida, ela é explosiva, emotiva e temperamental. Se ela não dividisse tempo de página com os outros dois, ela seria a personagem principal – na realidade, acho que ela é, afinal de contas. Só não consigo ter muito apego nela, pois ela age muito na impulsividade, magoando as pessoas ao redor dela e não consigo me apegar a personagens temperamentais assim.
Vai continuar lendo?
Sim, o livro tem uma leitura dinâmica e fácil.
Última frase da página 100:
"Venha Alice, vamos lá para dentro."

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