Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Estou lendo esse livro por causa do Clube do Livro MA, e está me surpreendendo. Me indicaram também quando eu queria algo da mesma vibe de Mara Dyer.
Primeira frase da página 100:
"- Ela nos deu o mesmo quarto de propósito".
Do que se trata o livro?
Começa com Scarlett e sua obsessão por querer assistir Caraval, mandando cartas para o responsável desse show. Um dia ele responde, a convidando a participar e por obra de sua irmã Tella, ela acaba tendo que ir e participar como jogadora. Caraval parece um jogo espetáculo de magia e bem divertido, sendo muito famoso pelo mundo.
O que está achando até agora?
O livro é bem interessante, a premissa de um show com um jogo onde os convidados jogam e faz parte desse jogo é algo super interessante, adorei. Apesar de parecer tudo muito mágico, eu fico com a sensação de que tem algo muito errado em Caraval, e que vamos começar a descobrir, talvez, nos piores momentos.
O que está achando do personagem principal?
Scarlett é bem temerosa em fazer as coisas em Caraval, parece alguém bem pessimista, pois sempre pensa no pior da situação e não se entrega tanto ao jogo. Tem um senso falho em julgar as pessoas, dando a impressão que também é bem ingênua ainda. Uma criança.
Vai continuar lendo?
Sim, o livro tem um que de sinistro e macabro no jogo de Caraval, parece esconder segredos e eu adoro livros assim.
Última frase da página 100:
"- e se não tiver?- gritou Julian"

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