Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Esse livro foi um dos primeiros que eu li em 2021, porém só pensei em escrever a resenha dele agora. Não que eu não tivesse gostado, pois eu adorei e foi um dos livros que deu gás para minhas leituras seguintes. Li esse livro em um dia e por isso fui procurar outros no estilo que pudesse ler em uma tacada só e me prender como este me prendeu (agora vocês sabem qual foi o gatilho para eu está lendo tantos romances nesse período – e romances rápidos para a leitura).
Acontece que eu gostei tanto desse livro que simplesmente não conseguia parar de falar. E também se eu fosse escrever a resenha, estaria com toda certeza, escrevendo spoilers dele - precisava de alguém para debater, isso sim.
Eu amei esse livro, ele é suave, mesmo tratando de alguns temas mais pesados, como agressão a mulher. Sim, esse livro pincela um pouco nesse tema, mas nada muito profundo, mas dá pra fazer umas reflexões sobre o ex namorado da Tina.
Thales é o outro contra ponto desse relacionamento novo, um grande chefe de cozinha que saiu recente de um relacionamento com uma namorada fútil e aparentemente meio tóxica também. Tina e Thales começam o relacionamento de vizinhos com o pé esquerdo e de forma muito atrapalhada, mas logo vemos que isso vai dá algo a mais.
Achei uma história fofa, meio cômica e a autora escreve tudo de forma suave e que engata mesmo a leitura. Parece que ela está conversando com você e os personagens contam suas histórias e seus pontos de vista.
Para quem acompanha no Instagram, sabe que eu surtei um pouco com o final do livro, que não é o que aparenta ser. E foi uma grande trolagem da autora, então se preparem para emoções fortes. Não direi mais nada, para não estragar seus possíveis surtos e teorias (risos).
Se me perguntarem, acho que O Canto da Sereia entraria facilmente no meu top 10 livros de 2021, pois foi decisivo para engatar mais leituras este ano, principalmente quando vi de um mês desanimada (janeiro) onde não li praticamente nada.

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