Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Achei que eu precisava fazer uma resenha de Homem-Aranha: De Volta ao Lar. E cá estou eu. Não acho que será um texto longo, depois de um grande hiato do blog, eu até desaprendi a fazer resenhas (risos), mas acho que eu deveria registrar minhas opiniões a respeito da obra. Não vou chegar dizendo que é igual ou diferente dos quadrinhos, pois não sou uma leitora Marvel (até aceitaria ajuda com um guia de como ler Marvel e DC, porque só de imaginar, já dói minha cabeça). O filme está bem cômico. E creio que a essência do Parker está ali. Há grandes referências que um fã pode pescar e o que eu mais gostei foi da música tema do Homem-Aranha ter sido inserida na abertura. Preciso logo comentar de algo que me incomodou demais no filme. Eu assisti ao filme dublado, então não sei se o legendado está assim, eu vou falar do que eu sei e do que eu vi: 8 anos . Como assim esse filme passa 8 anos no futuro? Se fosse assim, oito anos após Guerra Civil, o Parker deveri...