Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Sinopse: Arrasada por seu recente divórcio, Rachel vive fantasiando sobre um casal aparentemente perfeito que mora em uma casa pela qual seu trem passa todos os dias. Certo dia, ela presencia algo estranho e começa sua própria investigação.
Minha mãe colocou esse filme para assistir, eu estava ao lado sem fazer algo importante, então decidi assistir.
Eu não dava nada para esse filme. Lembrei, pelo titulo que já tinha visto o livro para vendas nas banquinhas por 10 reais. Me lembrava de todos os detalhes da capa e agora quero ler. Achei o filme ótimo, instigador. Me surpreendeu em todos os sentidos.
Mostra o quanto o ser humano pode ser bizarro. Não, bizarro não é a palavra certa. O melhor é selvagem. É bizarro ver o quando o ser pode ser selvagem. O instinto, a sensação de posse e poder; a consciência como inteligência pode simplesmente sumir.
Sabe a frase que a bebida pode revelar a verdadeira face da pessoa? Bem, aqui não necessariamente. A pessoa não precisa mostrar as caras usando a bebida, mas sóbria também.
As vezes não passamos de animais que largaram as 2 patas. A "consciência" é algo tão delicado que as vezes nem parece real, parece apenas algo criado para tentar tirar os instintos animalescos do ser; a esperança de que não somos os dias, nos noticiários vemos barbáries que mostra que só somos "homo", mas estamos a anos luz do "Sapiens". Não sabemos viver em sociedade, ainda somos criaturas primitivas com instintos escondidos.
Fiquei com vontade de ver a experiência que seria ler este livro, então vou dever a compra, leitura e resenha de A Garota no Trem. (ou vai que alguma alma mande para o Um Sofá em troca de anuncio aqui, aberta a propostas).
Comentários
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Beijinhos da Miaka-chan =*

Oi Mi
ResponderExcluirAinda não vi o filme é ja tive o livro em mãos e acabei não lendo.
Espero em breve ter essa oportunidade já que você gostou do filme.
Beijos