Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Um cachorro na vida de uma criança é mesmo marcante.
Eu acho que Vitor Cafaggi (assim como eu e vários outros que
tiveram um amigo de quatro patas) foi marcado por esse amigo peludo. Esse
cãozinho o marcou de tal maneira que em toda obra tem referencia desse amor
entre o dono e bichinho. Em Duotone não é diferente.
Essa é a primeira obra lançada dele, se não me falha a
memória. E foi a ultima das que eu li lançadas por ele. Para quem não leu as
outras resenhas das demais obras de Vitor Cafaggi, sabe que o conheci pela
série Valente. Pouco depois descobri que uma das minhas graphic favoritas foi
feito por ele: Laços. E quando decidir pesquisar na net sobre o autor (na
verdade visitei o site dele após a leitura de Valente), ai encontrei as
tirinhas de Punny Parker. E encontrei também algumas obras independentes como
Duotone.
Sei do sentimento que Vitor estima por seu antigo cão. Não
lembro qual edição ele fala isso (sei que é em uma das notas de algum volume de
Valente).
A semelhança é que Laços é o floquinho (cachorro do
Cebolinha) fugiu de casa. Vitor me lembra
Mauricio de Sousa que trilhou sua carreira com um cachorrinho chamado Bidu.
Valente podemos falar que é uma coletânea de histórias que
poderiam ter sido do próprio Vitor e a coincidência é que o próprio Valente é
um cachorro.
E agora em Doutone temos duas histórias. A primeira história
é conta sobre a mudança de casa de um menino, ter que deixar o lar que conhece
e ama para ir numa aventura de cidade nova, casa nova. E com isso deixar seu
amigo peludinho para trás, afinal, o mesmo não poderia morar no apartamento...
É questão de mudanças e despedidas, deixar o antigo para receber o novo.
A segunda historia, mais curtinha, também tem a pegada da
primeira, que começa na fantasia do menino em ser super herói como os
quadrinhos que ele ler, é um menino que preso em seu próprio mundinho, derrota
monstros etc. É uma pegada mais visual, sem muita leitura e mesmo assim ainda
profunda.
Adorei conhecer esse trabalho de Vitor, infelizmente Duotone
está com edições esgotadas, só consegui achar esse na loja física da Comix Book
Shop (pedi para um amigo comprar pra mim).
OUTRAS POSTAGENS SOBRE VITOR CAFAGGI:
Estamos concorrendo a premiação TOP Blog 2015, precisamos da ajuda de você para alcançar os lugares, para votar no blog Um Sofá À Lareira, é só confirmar o foto nesse link. O Canal Insônia Nerd também está concorrendo e para votar basta clicar aqui. Não sabe o o que é o TOP Blog? Então eu explico aqui nesse link.

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