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W.I.T.C.H. || Revisitando os quadrinhos clássicos — Volume 01, Saga Meridian

 Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra.  Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

Divertida Mente || Crítica

Quando fui falar de O Bom Dinossauro, prestei atenção que não comentei nenhuma vez desse filme aqui. Sou fã de animação e como fã, sempre procuro ver os lançamentos, principalmente da Pixar por qual nutro sentimentos. 


E Divertida Mente foi um filme que tive certo receio de ver e após assistir, me apaixonei. O que mais me encantou foi a analogia dos sentimentos da protagonista ser "pessoas" no cérebro dela e cada qual ser responsável por algo.  E isso não acaba por aqui, além dessa sala de comando,  há vários outros lugares no cérebro e todos de forma lúdica e simples de se assimilar. 

O que todas essas analogias me fez lembrar foi a minha época de criança e as fases de querer entender as coisas. Houve uma época que eu quis me entender e achava que meu cérebro na verdade era um escritório totalmente bagunçado, cheio de documentos, armários de arquivo, caixas e papéis. Tudo guardado, etiquetado, catalogado e arrumado por mini-eus que lá vivia. E que quando eu ficava confusa, era apenas como se tivesse passado um furacão nesse escritório e todas os "papéis-lembranças" simplesmente ficaram bagunçados. E sinceramente, não acho que fui a única criança a fazer essa analogia no decorrer do crescimento e amadurecimento. E o Divertida Mente pega essa analogia que provavelmente você também fez em alguma época da sua infância e trás para o filme. Foi uma forma de explicar pros pequenos e até remeter aos marmanjos que assistem a parte da infância.  

Outra analogia foi o rompimento da fase na vida da protagonista. Quando passamos pela mudança da infância para a adolescência. É um período crítico que nos vemos perdidos, seja pela escolha, por mudanças externas e internas, seja pela pressão dos amigos e familiares. É um momento que as emoções não são simples, há um turbilhão de sentimentos e eles são complexos, as vezes é uma alegria sofrida ou uma tristeza boa... E isso se mostra um pouco no filme também, mas não entrarei em detalhes por causa de spoiler. 

Enfim, o filme é lindo, emocionante, lúdico e entretém. Eu mesma cheguei a chorar numa parte do filme (com certeza quem assistiu vai saber que parte é essa). 

O filme mostra a transição da infância para a adolescência e o quanto pode ser complicada as emoções.

Recomendo a todos que ainda não tenham assistido.

PS: se gosta de escutar podcasts, recomendo escutar o nerdcast sobre Divertida Mente. É longo, mas super interessante. Mas só escutem após ver o filme, pois há muito spoiler.

Estamos concorrendo a premiação TOP Blog 2015, precisamos da ajuda de você para alcançar os lugares, para votar no blog Um Sofá À Lareira, é só confirmar o foto nesse link. O Canal Insônia Nerd também está concorrendo e para votar basta clicar aqui. Não sabe o o que é o TOP Blog? Então eu explico aqui nesse link


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