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Canção do Cuco || Resenha


Você desperta após um acidente. Você sente uma fome constante e implacável. Você acorda durante a noite várias vezes, com folhas e terra em seus cabelos. Objetos inanimados tentam te atacar. Você atrai tesouras. Em seu pranto, no lugar de lágrimas, teias de aranha brotam como fios de desespero. Sua irmãzinha passa a ter um medo incontrolável de você...
Assim tem sido a vida da jovem Triss Crescent. Aos poucos, ela descobrirá que o mal com o qual tem convivido é mais estranho e terrível do que ela jamais poderia imaginar. Tomada por dúvidas, ela parte numa jornada frenética em busca do Arquiteto, projetista de prédios, pontes e destinos sombrios.
Acompanhe Triss nesta arrepiante fábula da premiada escritora britânica Frances Hardinge, que desponta como uma das mais incríveis contadoras de histórias de sua geração. Mas lembre-se: nada é o que parece. Nem mesmo você. 
Cheguei nesse livro por sugestão de algum blog no twitter. Infelizmente eu não seguia blogueira, o twitter da editora novo século, que lança o mesmo, compartilhou a resenha da menina e na chamada da postagem dizia que se a pessoa gostava de Coraline e Desventuras em Série, iria gostar desse livro. E fazia um tempo que eu procurava uma ambientação parecida de Coraline para leitura.

Procurei logo saber sobre o livro depois que vi a resenha da menina. E agora estou aqui continuando o legado em divulgar esse livro e dizer o quanto adorei o mesmo. 

Não posso dizer que o livro é perfeito e indispensável, pois a leitura foi mediana, até normal. Diria que a mesma daria muito bem para um infanto-juvenil e não seria terror, como Coraline é.  

Não vi muitas semelhanças com Desaventuras em Série, então foi mais para chamar atenção tal comparação. Mas como sou só telespectadora do filme dessa série e ainda não tive oportunidade de ler nenhum livro da mesma, não posso me adentrar. 

A história em si é sempre voltada a mistério e não vou adentrar-me nela, pois qualquer minúsculo detalhe será um imenso estraga prazeres de uma futura leitura. 

Mas posso dizer o quão achei parecido a ambientação do livro com o do filme A princesa e o sapo e o quão parecido o "vilão" do livro  era com o Mestre das Sombras, Dr Facilier, esse vilão que está entre os meus preferidos da Disney. 

Acho que o que mais lembrou as semelhanças de ambas as obras é por se parecer passar em o mesmo período na história e também a pratica comum do vodoo por alguns nativos, sem falar o surgimento do ainda marginalizado Jazz. 

O livro realmente irá despertar os leitores que gostem de Coraline e afins. Assim como quem gosta de uma leitura descompromissada, leve e cheia de pequenos mistérios. 


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