Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
*Resenha publicada originalmente no blog As Leituras da Mila, em 20/05/2015. Feito com o livro cedido em parceria com a Geração Editorial. No caso, Esse texto foi escrito em minha coluna como resenhista do blog As Leituras da Mila*
Venho falar do primeiro livro que tive oportunidade de ler pelo blog da Mila: O Caso Pedrinho. E logo de cara, eu não quero falar desse livro como se comutantemente se fala em outras resenhas. Eu não quero dizer que eu gostei ou não gostei, o que foi bom ou não, como normalmente se faz em quase todas as resenhas. Quero fazer algo diferente, como esse livro é diferente.
Para quem ainda não sabe, O Caso Pedrinho é um livro não ficcional, ele conta a história real do menino Pedro que fora roubado na maternidade e só foi localizado 16 anos após o sequestro.
Eu era pequena, já que o menino apareceu apenas em 2002, quando o caso foi solucionado, mas eu lembro de algumas coisas da cobertura da TV, que foi realmente imensa. O mundo parou algumas semanas com esse caso no jornal (similar aos casos da Isabella Nardoni; Elisa Samudio e o Goleiro Bruno; Caso Richthofen etc). Digo similar pois foram noticias que pararam o país e que ficaram semanas nos jornais, mas esses outros citados foram assassinatos brutais.
Mas tirando essas lembranças horríveis de casos que chocaram por sua violência o país. Esse nem de longe tem o sangue derramado que os outros tiveram, mas as lagrimas, tristeza e desespero dessa família por 16 longos anos também foram devastadores.
O livro vai muito além do que as simples notícias da época e destrincha o caso deste dos relatos na maternidade, exames, relatos de investigação etc. Realmente o livro é riquíssimo em detalhes com fotos e uma narração minuciosa do autor e repórter Renato Alves que acompanhou a cobertura do caso e fez esse copilado dos bastidores. Muita coisa que foi detalhada nesse livro, não foi ao publico nas semanas que o caso esteve na televisão. E também nem eu lembraria, já que em 2002 eu tinha apenas 7 anos.
Com as coisas divididas em partes minuciosas e explicadas detalhadamente, o livro é de emocionar. E quem ainda se lembra desse caso que arrancou lagrimas de qualquer um no noticiário, também vai se emocionar muito com a leitura desse caso. Até porque, se colocar no lugar do que essa mãe sofreu e de tudo que foi passado, não há coração que fique duro com tanta emoção. E sem falar que o livro ainda trás relatos de convivência do autor perto das vitimas e da família, assim como os relatos do primeiro contatos do Pedrinho com sua família verdadeira. Coisas que com certeza, você não pode ver nos jornais.
Realmente o livro não é para qualquer um ler e terminá-lo, isso eu sei bem. Mas para quem se interessa em casos reais, investigações e saber mais sobre O Caso Pedrinho, vale a pena dá uma chance para a leitura. Só compre uma caixinha de lenços também.

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