Eu sei, eu sei. Serei massacrada com esse texto. Mas preciso falar e até desabafar. Tenho esse blog há 14 anos, comecei em 2012, onde tudo era mato, não existia inscrições de parceria anuais com editoras, autor nacional nem era tão disseminado assim, quase não existia publicação independente de largo alcance nacional e nem Amazon tinha no Brasil vendendo ebook. Sim, tudo mato a ser desbravado. E nessa época, onde as coisas começavam a engatinhar, editoras mandavam livros pontuais a alguns blogs e criadores de conteúdo publicar textos sobre o livro. Como faziam com jornalistas também. Não existia criação para redes sociais, nem o Instagram existia e YouTube era só um repositório de vídeos comuns – sem a grandeza de produções de conteúdo como hoje. E também tinha os autores nacionais começando a despertar para divulgações nacionais. Entravam em contato com blogs que gostavam, que poderia ter afinidade com o gênero do livro e enviava o mesmo para o criador ler e fal...
Até
que fim baixei a Steam e fiz minha conta. Quem quiser adicionar, meu usuário é
MiakaFreitas.
E
a Steam vira e mexe tem uns jogos gratuitos. Fui investir em um jogo de terror
indie. Queria fazer uma gameplay para o canal, porém inventei de abrir ele logo
e testar.
Desculpem,
essa que vos fala é muito cagona, e simplesmente me assustei até com fantasmas
de papelão e traços bonitos e rosas que aparecem nos corredores.
E
por eu ter expelido medo pelos poros e não querer mais repetir a sessão de
sustos, irei apenas fazer uma matéria review breve sugerindo esse jogo indie,
que ainda está em desenvolvimento.
Esse
jogo é constituído de quartos e corredores (que no placar do jogo também é
considerado quarto) e ao todo serão 100 desses cômodos. Eu devo ter chegado em
torno de 50 por ai, quando a coisa ficou feia para mim e eu comecei a sair
correndo sem olhar para trás (risos). O
objetivo deve ser chegar o mais longe sem tomar sustos, para isso tem uma barra
de vida na tela.
Os
cenários, como expliquei, são de corredores (as vezes com tochas, as vezes
roxo, com mobílias, e quartos. Também tem um que é um elevador).
Não
há monstros ou inimigos, também sem quests e desafios, até porque o objetivo é
lúdico e simples: chegar ao fim sem sustos. Os fantasminhas são bem cartunescos
e de traço bem fofo, mas por eu ser uma medrosa (daquela que ficou com medo de
Fragile Dreams por uma situação que contarei um dia em um vídeo-crônica para
vocês, é só cobrar) eu realmente dava uns pulinhos quando isso aparecia do nada
quando eu tava me concentrando em só chegar a próxima porta.
Além
disso, há uma parte do jogo que tem aparições de um fantasma que mais parece
querer te matar com uma garra inexistente, mas que deixa marca de sangue na
tela (quem tem gato, sabe como esse bicho arranha e fica na pele, pois é, aparece
de forma semelhante na tela).
Quando
esse fantasma aparece, o chão fica com gosma e o comando de correr fica
praticamente inútil. O que agrava um pouco dos sustinhos é os efeitos sonoros
do jogo, que criaram uma espécie de apreensão, já que você fica andando em
corredores que mais parecem labirintos, escuros e com a ansiedade de que algo
aconteça de fato.
Mas
de todo, esse joguinho pode arrancar uns sustos leve, principalmente se você
for um medroso como eu!
PS: Tudo bem, por eu conhecer o jogo, vou parar de ser uma medrosa sem correção e jogar novamente para fazer um gameplay para vocês, satisfeitos?
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No Steam eu sou Chris_Zerotani. Poderia me adicionar, Miaka? :)
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