Acomodados
do meu Sofá, como foram a semana para vocês?
Retirado do banco do Google Imagens |
Resolvi hoje falar do filme Transcendence, com o Jonny Deep. Por favor, façam uma coisa
para vocês mesmos, se forem ver o filme escolham legendado. A dublagem desse
filme em especial ficou ainda pior que outras dublagens que vi. Só assisti
dublado porque minha mãe sempre escolhe dublado (acho que ela tem uma
preguiça de ler as legendas). E eu não posso falar desse filme, sem fazer
uma correlação a obra resenhada recentemente chamada O Eterno Barnes.
O filme Transcendence e o
livro O
Eterno Barnes falam sobre o mesmo assunto,
mas de abordagens diferentes. A temática em comum deles é a transferência da mente humana para uma
maquina.
O livro trata-se de um médico que analisando um fato meio
que obvio notou que estava ficando velho e não poderia viver para sempre
(parece que estou banalizando o fato, mas quero logo resumir do que se trata) e
para isso ele chegou a uma pesquisa para transferir suas memórias para um outro
cérebro, como se fossem apenas dados de um computador e que transferisse para
outro HD. Já o filme trás a temática em uma abordagem também da transferência
de mente, mas para dá vida a uma inteligência artificial, onde ela teria uma
capacidade melhorada de raciocínio humano, como se desse alma para uma maquina.
Para sustentar essa hipótese de que maquinas poderiam
evoluir e ter sentimentos, que você poderia dá uma alma para um apanhado de
cabos e dados de programas, foi sustentada o fato que um cientista estava
criando uma inteligência artificial
que seria a solução para problemas orgânicos (seja a nossa saúde, onde ele
detectaria problemas na genética, nas células, como um câncer e combateria,
como na natureza, podendo recuperar floras perdidas, águas poluídas etc),Porém,
um grupo de rebeldes com medo do que poderia se criar uma arma bélica em que
algum momento poderia se rebelar contra a raça humana e nos escravizar (como
sempre vemos em quadrinhos e em outros filmes), eles tiveram a brilhante idéia
de matar toda a equipe desenvolvedora da tecnologia para que o mesmo estudo
seja parado.
Retirado do banco do Google Imagens |
Acontece que, não conseguiram em curto prazo impedir isso,
o cientista criador de tudo, mesmo com um mês de vida por motivos que vocês vão
ter que descobrir assistindo, transfere sua consciência para a maquina que ele
criou, mesmo não sabendo se ia dá certo. Mas deu.
Acontece que, depois disso, ele consegue se expandir e
fazer vários "milagres" e isso deixa o grupo rebelde ainda mais
apavorados e eles decidem impedir isso.
Pronto, esse é o contexto da história.
Acontece que você descobre que de todo a maquina realmente
criou uma “alma”, tem uma consciência
humana e sabe distinguir o bem do mal. O filme mostra que mesmo em um
computador, a mente que foi transferida está intacta, é a pessoa que está ali e
não apenas uma maquina que aparenta ser humana como todos estavam pensando. E
que tudo feito por ele foi uma prova de abdicação e amor pela sua companheira.
O filme juntou,
que para mim, são dois grandes atores: o Jonny Deep (para leigos o Capitão Jack
Spearrow) e o Morgan Freeman (que para os leigos é o Deus, de Todo Poderoso).
Esses dois figuraças fazendo o papel de mentes mais brilhantes da terra. E
realizando um feito realmente hollywoodiano.
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Foto cedida pelo Autor |
Já em O Eterno Barnes,
as motivações de Barnes, nosso protagonista, é mais gananciosas e egoístas. Por
puro desejo em viver para sempre, Barnes tenta alçar a eternidade fazendo uma
pesquisa audaciosa: como transferir uma consciência para um outro corpo.
E como diria
nosso querido Sheldon Cooper (do seriado The Big Bang Theory, com matéria no
blog) ainda haverá um tempo em que poderemos transferir nossa consciência
humana para um robô. E se isso realmente puder ser feito um dia? Até onde
chegaria nossa capacidade de raciocínio e nossos aprimoramentos em conhecimento
e técnicas? Até onde seriamos humanos? A humanidade acabaria nessa evolução? Aonde
se chega, caso a ficção um dia mostre um futuro onde isso poderia ser possível,
é que o poder disso é inimaginável, chegaríamos a ser eternos. A única coisa
que poderia parar uma consciência humana em uma maquina, é ter energia e
suporte o suficiente para mantê-lo ligado e "vivo". Já na teoria de O Eterno Barnes,
ainda seria mais perigoso, pois o único "empecilho" é a existência de
um corpo humano vivo para ele transferir seus dados, mantendo assim um circulo vicioso
transferindo seu cérebro para outros corpos e assim " rejuvenescendo "
por um tempo até se cansar.
nada haver, no filme eles fazem uma cópia da consciência, transferir é totalmente diferente, transferir é mudar uma consciência original para outro corpo, não fazer uma cópia da original.
ResponderExcluirNão é o meu favorito, mas eu gostei. Eu gostei, havia muitos elementos que pareciam muito atraente para mim, a sequência de ideias foi bom, mas alguma coisa aconteceu durante esse filme que não se conformava Trascender; no entanto, é um muito interessante para quem gosta de filme de ficção científica, o colapso da humanidade e do governo conspirações. Ele tem seus contras, mas é definitivamente interessante perguntar-nos mesmo com filmes, dilemas éticos que existem na ciência e desenvolvimento. Nós dois estamos dispostos a sacrificar a nossa ética e morais, a fim de salvar vidas; um debate que queima quando se trata de células, nanotecnologia e ciência médica-tronco.
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