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W.I.T.C.H. || Revisitando os quadrinhos clássicos — Volume 01, Saga Meridian

 Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra.  Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...

[Selo Tupiniquim] Ela é Meu Pecado Proteja-me

Queridos!!!

Hoje eu venho falar de mais uma obra bem legal (e olha só, eu descobri por acaso pelas sugestões de páginas do Facebook e como achei bem interessante, eu vim divulgar aqui no Um Sofá). Espero então que assim como eu, vocês despertem dentro de si a vontade de conhecer melhor a obra Ela é meu Pecado: Proteja-me.

E dessa vez eu vou fazer diferente, quem vai falar sobre a própria obra é a autora Sameerah Sy. Obrigada Samy por aceitar o convite dessa "mini-entrevista" em nossa coluna. Mas antes de deixar vocês degustarem a entrevista, só lembrando que é disponível duas versões da obra: uma simples, apenas com textos e a outra com ilustrações (bem parecido com light novels *-* amooo!).

Um Sofá à Lareira: Como surgiu a obra? 
Sameerah: Foi pensada a partir de 2008 como livro, mas eu já vinha desenvolvendo o romance como fanfic, com uma escrita despretensiosa num site de fanfics Yuri/Yaoi e posteriormente quando o site fechou, num blog particular. Publicava em capítulos, e haviam leitores fieis que acompanhavam, interagindo com longas conversas, comentários por email e messenger, muitos também desenhavam suas fanarts das personagens, e uma leitora chegou a tatuar as duas personagens centrais do romance em sua costela. Para mim, uma representatividade muito grande, por eu ser uma autora de fanfic, e de totalmente desconhecida naquela época, me senti lisonjeada com a escolha dessa leitora, até hoje não encontro palavras suficientes para minha gratidão. ^^

Um Sofá à Lareira: Como foi criar a obra?
SameerahPara mim um processo de crescimento, tanto de escrita quanto de ideias. Antes eu usava guardanapos da padaria que eu trabalhava como balconista para rascunhar minhas ideias e trechos de capítulos, depois chegava em casa e passava tudo a limpo para o computador e logo publicava, então houve uma vez que recebi o convite por email para participar de um encontro literário, fui atraída pelo tema da discussão, e tive oportunidade de ter contato com uma editora profissional. Enviei meu original para ela, como estava e sem uma revisão profissional, e como feedback eu recebi críticas construtivas, vindas de dessa editora bastante competente e experiente no mercado, seguindo a lógica da crítica dela, eu busquei ingressar na Universidade, entrei para o curso de Letras na Universidade Estadual de Minas Gerais e tenho ganhado bastante com isso, e a obra também.

Um Sofá À Lareira: De onde tirou inspiração? 
SameerahFoi inspirada na canção "She is my Sin" da banda finlandesa Nightwish, e das narrativas de mangá e animes japoneses, encontradas nos gêneros Yuri e Yaoi, que me foram apresentadas por Yume Vy, minha amiga e também ilustradora da obra. Os traços de Yume se casaram bem com a minha narrativa, nossa química funciona e desde então trabalhamos juntas nessa realização, eu com meu texto e criação, e ela com seu traço singular e belo. A obra é uma continuidade, estou ainda definindo se lançarei uma trilogia ou quadrilogia, o segundo livro já está escrito e estamos trabalhando para tentar lançá-lo o mais breve possível, o título será: "Ela é o meu Pecado - Asas da Luxúria".




Apesar da autora da história ser a Semeerah, a autoria dos desenhos é de Yume Vy. 

Sinopse: Cyn é uma jovem desajustada e anti-social que leva uma vida demasiada, coleciona escolhas que a arrastam a uma consequente solidão ao lado do seu tio, tutor e amante Jonny. Sem perspectivas a rebelde mergulha numa profunda crise de pesadelos, até que um dia clama por ajuda e recebe como dádiva a amizade de Lynna. Com a essência de um anjo, Lynna concebe na vida de Cyn dois mundos que são delicadamente desnudados, a presença de mundo real e do fantástico. Dores e pequenas alegrias, crueldade e esperança, escandalizam o cenário de Belo Horizonte, abrigando tipos marginais e sublimes. As ruas, praças, becos e botecos, todo cenário de Ela é o meu Pecado traz uma enigmática relação entre Cyn e Lynna, a mortal e a imortal. Quem é o pecado de quem? Quem necessita de proteção? A aventura é fantástica, a beleza de Lynna machuca, dói! É partindo desse ponto que assistimos a batalha que Cyn trava com o seu novo modo de ser, ver e pensar seu mundo, nunca céu e inferno estiveram tão próximos! Anjos e demônios, todos desejando o corpo e a alma dessa insensata garota. A história é um convite a adentrar nesse universo de paixões e lirismo onde o amor ressurge de um coração quase transformado em pedra. Cada capítulo surpreenderá ou pela aventura ou pela poesia ou pela canção.



Podem encontrar a Sameerah nas redes sociais:
G+ / Twitter / Blogger / Fanpage

Pode ser comprado no Clube dos Autores. A obra também está disponível no Wattpad e completa no widbook.

Sobre a Coluna Selo Tupiniquim:
Selo Tupiniquim surgiu em setembro de 2013 como uma coluna exclusiva do Um Sofá, para que seja divulgado projeto 100% nacional (seja ele livros, games virtuais ou de tabuleiro, quadrinhos, filmes). O nome veio do termo Tupi, que é um povo indígena brasileiro que habitava nosso território, porem, no português coloquial é usado como sinônimo de brasileiro. Ou seja, se é brasileiro é tupiniquim! Lembrando que podem se inscrever os autores que tiverem interesse ou fãs que querem ajudar algum projeto a ganhar mais divulgação, sendo preenchido no formulário disponível no link (ou deixando um e-mail para entrarmos em contato nos comentários).

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