Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
*Contém spoiler (Nível: moderado)* Sinopse: Eduarda é uma jovem calada e discreta quando conhece a sensual Ester. A amizade das duas cresce com o tempo e um novo sentimento inesperado desperta. Agora Duda tem que enfrentar dois novos problemas: estar apaixonada por Ester e encarar a sua família, e, também, enfrentar a sociedade para poder continuar com sua Doce Vampira. Será que esse amor será forte o suficiente? Realmente o livro e inesperado. Totalmente inesperável. Surpreendi-me com a história, ainda mais porque é um livro brasileiro. Nunca pensei que veria na literatura brasileira um livro sobre um casal formado por uma humana e uma vampira. Não sou homofóbica e achei ótimo a ideia de casal do mesmo sexo. Mostrar o quanto a mente da sociedade ainda é antiga e preconceituosa. A Eduarda sofre com dois tipos de preconceitos: 1 – Ester é uma vampira. 2 – A sua paixão é do mesmo sexo. O que fazer depois disso? Separadas por causa da família de Duda, elas não des...