Eu sempre gostei de coisas místicas, bruxas, garotas mágicas... Talvez por nascer na sexta, 13, eu acabei tomando para mim esse gosto peculiar para magias e misticismo. E quando eu era uma jovem adolescente, existia uma revista chamada W.I.T.C.H. publicada pela Editora Abril que trazia história serializada de um grupo de garotas mágicas que tem como dever proteger portais de uma terra mística. Foi aí, caros leitores, que eu descobri o poder maior dos quadrinhos (para quem era habituada apenas com coisas tipo Turma da Mônica e Mickey clássico, esses quadrinhos abriram horizonte). Peguei, infelizmente, o barco andando, então nunca consegui as primeiras edições na época (e estou pensando em completar a minha coleção como meta — igual fiz com os Ursos da Parmalat, e consegui!). Então na época nunca cheguei a ler na íntegra. Mas agora, por meios não oficiais, consigo ter acesso a história clássica e resolvi, enquanto espero o primeiro volume do Reboot que será lançado pela Unive...
Outro mangá que já vou começando a falar dele na metade (e já na segunda
temporada). Hoje vou dá minhas impressões de Rosario + Vampire Ano II. A edição
é a 10.
Adoro histórias (pode ser filme, livro, serie ou mangá) com vampiros
(menos Crepúsculo, não gosto de vampiros brilhando, não como glitter, vampiro
pra mim brilha em chamas no sol). E Rosario + Vampire tem vampiros e de quebra
também tem outros monstros. Estou tendo contato pela primeira vez com muitos
monstros por causa desse mangá e eu adoro esses tipos de feras.
Vou resumir brevemente a história até agora: O personagem principal é o
Tsukune, e ele é um humano. Acidentalmente, ele é matriculado numa escola de
monstros chamada Academia Youkai, conhece Moka, uma vampira por quem se
apaixona. Moka tem um rosário que sela seus poderes. E só o Tsukune pode
retirá-lo para libertá-la. Na academia é proibida a presença de humanos, então
Moka e as outras amigas do Tsukune protegem o segredo dele a todo custo.
A segunda temporada já começa cheia de ação. Após alguns capítulos
começamos a descobrir sobre o passado da Moka. Começam a explicar o rosário que
sela seus poderes e sobre sua mãe Akasha que sumiu de uma hora para outra sem
explicação.
Sua irmã Akua aparece e leva Moka para a sede da Fairy Tale onde o corpo
de um monstro conhecido por Alucard está aprisionado. Engraçado como a maioria
das histórias de vampiros tem a presença de Alucard em alguma parte do enredo.
Ele é conhecido como vampiro primordial, um vampiro poderosíssimo. Para um
vampiro virar primordial tem que beber todo sangue de um primordial, matando-o.
Ah. Dou um doce para quem adivinhar o que a Akasha, mãe da Moka é...
Sim. Ela é uma primordial. E Moka também. Mas Moka é um caso singular na
história vampiresca. Mas não vou mais estragar futuras surpresas de leitores.
A Moka tem seu rosário quebrado, então não consegue mais selar seu
poder, e Fanfan diz que seu avô poderia consertar o rosário se todos fossem a
China. Então todos viajam ao encontro da família de Fanfan Won para consertarem
o selo da Moka. Mas na estadia na China a Fairy Tale invade a casa da família
Won e seqüestra a Moka. Tsukune e os outros decidem treinar por um mês inteiro
para salvarem a Moka da central. E o volume 10 começa com eles invadindo a base
flutuante da organização.
O mangá que não é ecchi, mas segue uma linha próxima, conserva seus
fanservices deste da primeira temporada. Com masoquistas e sadistas em algumas
lutas deve agradar muitos meninos também. Particularmente, não agüento esperar
o próximo volume (que até agora não vi para vender nas bancas) para ver a luta
de Fanfan contra um dos dirigentes.
Alucard já começou a se movimentar. A raiva que deu foi da Moka. Ela
sempre foi tão ativa, mas isso é da Alter-Moka. A Moka exterior chega a ser
irritante em algumas situações. É a princesa que sempre entra em perigo e
Tsukune tem que ir salvá-la. E acaba sendo ela que, no final, acabava com toda
a situação.
A luta de Ruby contra o primeiro dirigente da Fairy Tale foi boa, mas
até que poderia ser melhor. Mas a Ruby
não é um monstro para linha de frente numa batalha, apesar de querer ser e
derrotar, ela fará falta mais adiante, ela ficou bem machucada, não acho que
servirá pra muita ajuda para a próxima batalha. Mas vejo a estratégia da equipe
é como num jogo de xadrez, você não joga seu rei, rainha, bispos e cavalos na
linha de frente, mas sim os peões. Todos para proteger a estrela do jogo:
Tsukune.
Tsukune é talvez o personagem que mais evoluiu em Rosario + Vampire. Se
ele fosse da obra de J.K.Rowling, ele seria um nascido trouxa. Ele era humano,
sem nenhum poder sobrenatural, mas Moka injetava sangue de vampiro nele e isso
fazia que ele, temporamente, adquirisse poderes equivalente aos de vampiros. E
isso espalhou a fama de que ele era esse ser temível chamado vampiro. Talvez
toda essa transformação gradual de Tsukune num hibrido groul (Groul é um
monstro que era um humano que recebeu sangue vampiresco, mas perde totalmente a
consciência) seja causa também do sangue primordial da Moka, pois deu a parecer
que o caso dele também seja singular. E agora quando chega à China, o avô de
Fanfan faz uma transformação em Tsukune e ele fica bem mais forte. Mas aquilo
não deve ser a transformação final. Tsukune é um personagem que ainda tem muito
chão para percorrer até o final da obra.
Adoro Rosario + Vampire por sua variedade de monstros orientais e ocidentais.
Mostra o quanto rico é o folclore da humanidade.
Comentários
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Beijinhos da Miaka-chan =*
Adoro mangás, li alguns só e deixei de ler :(
ResponderExcluiradorei conhecer este.
bjs
http://loveebookss.blogspot.com.br/
Pois esse está em sua segunda temporada. A primeira em relação a segunda é chatinha e muito repetitiva, mas aconselho ler a primeira para entender melhor a segunda. Pois a segunda temporada tem muita coisa que fora apresentada na primeira, mesmo que a segunda faça um flashback básico.
ExcluirPois leia, não vai se arrepender!
Beijos,